O ano de 2006 não foi muito generoso para com os cinéfilos de Rondônia, pois muitas das obras que estrearam nos cinemas de São Paulo, Rio e demais dos eixos Sul e Sudeste sequer deram as caras por aqui, como o bem falado “O Pacto”. Tivemos que nos contentar neste finalzinho de 2006 com filmes fracos (O Grito 2) e até deprimentes (leia-se “Xuxa Gêmeas” em sessão tripla no Cine Brasil). Para se ter uma idéia, os melhores filmes que assisti no ano passado eram animações, a exemplo do excelente “Carros”. Legal também “A Era do Gelo 2”. Os esperados “Superman – Returns”, e “Todo Mundo em Pânico 4” foram um fiasco, pois não cumpriram o que prometeram. Apenas “O Código Da Vinci” é que vingou o cinema de bom gosto nos 365 dias que passaram, mas não podemos deixar de lado também obras simpáticas como “V de Vingança”, o não tão ruim “Missão Impossível 3” e o fabuloso “X-Men – Confronto Final”. Mas não dá para deixar de cuspir em nojeiras como “Quarteto Fantástico”, “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” e “Serpentes a Bordo”. Bom, deixemos de lado o passado recente e vamos ao que nos espera o ano que está começando:
Agora a lista de espera para 2007 é muito boa, pelo menos nas primeiras posições. Vejam abaixo:
1 – 300 – O Filme baseado na clássica obra dos quadrinhos do mestre Frank Miller é, sem dúvida, o mais arrebatador de todos, especialmente para os fãs que acompanharam a saga dos 300 espartanos comandados por Leônidas (foto) contra os exércitos persas e gregos. A fotografia, os efeitos e o elenco são primorosos só com alguns segundos de trailer, já dispostos na internet. Nem mesmo a participação de Rodrigo Santoro compromete o filme, como dizem os mais exigentes críticos, pelo contrário... É o primeiro filme da lista para mim, sem dúvida alguma.
2 – Transformes – Para quem assistiu muitas vezes o desenho animado em que carros, carretas, aviões, helicópteros e dinossauros viraram poderosos robôs pode esperar com toda ansiedade esse filme que promete manter a genialidade de Steven Spielberg. Esperem para ver e fãs como eu não vêem a hora da estréia.
3 – Homem Aranha 3 – Os dois primeiros são campeões e o terceiro promete quebrar todos os recordes. O homem de teia vai enfrentar vilões como o “Homem de Areia” e o seu alter ego emblemático do simbionte alienígena, que dará o tom negro e sombrio que todos os fãs conhecem. Efeitos especiais não faltarão.
4 – Shrek 3 – O terceiro filme da saga do ogro mais famoso do cinema e sua amada Fiona, ao lado do Burro e do Gato de Botas, promete ser um dos melhores da temporada.
5 – Harry Potter e a Ordem da Fênix – O quinto filme do bruxinho de J. K. Rowling é ainda mais sombrio e com novas mortes, dizem as sinopses. A saga fica mais adulta e, para muitos, pode ficar pesada, principalmente para as crianças que acompanham Harry e seus amigos.
6 – Rocky Balboa – Tudo bem que o quinto filme foi um desastre, mas muitos já disseram que este filme final, sem a mulher do pugilista italiano (morta pelos diretores) é muito legal e mostra a verdadeira luta do personagem mais famoso de Stallone. Não custa nada esperar.
7 – Treze Homens e Outro Segredo – A turma comandada por Mr. Ocean volta com tudo nesta seqüência e a inteligência e charme das duas primeiras produções deve ser ampliada com novas presenças.
8 – Piratas do Caribe 3: O Fim do Mundo – Acho que vale a pena apostar num gosto melhorado desta terceira parte da saga do pirata Jack Sparrow, pois o primeiro era pra criança sem estômago, o segundo veio com uma pitada mais de comédia e aventura e... bom, esperemos... eu não faço questão.
9 - Quarteto Fantástico 2 – Dizem que agora o negócio pode andar e melhorar com a presença do Surfista Prateado e dizem (até de Galactus, o devorador de mundos), porque se continuar o marasmo e o mal gosto do primeiro...
10 - Motoqueiro Fantasma – O excesso de atraso e até mesmo o mal humor latente de Nicolas Cage na pele do anti-herói da Marvel podem fazer com que essa produção, mesmo recheada de efeitos especiais, não emplaquem tanto e seja novo fiasco, a exemplo do que aconteceu com o Demolidor e Elektra, daí o último lugar.
segunda-feira, janeiro 08, 2007
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Para explicar sobre o salário de jornalistas
No início da semana o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Rondônia (Sinjor) divulgou nota dando conta de que a jornada para a negociação salarial (parte primordial do acordo coletivo de trabalho) de 2007 foi iniciada e pretende, acima de tudo, não colocar em risco os prazos para não dar chance às desculpas cretinas dos patrões no momento da mesa de negociação. Contudo, a matéria abriu brechas para muitas perguntas, principalmente relacionadas ao reajuste do salário de 2006 que até agora não aconteceu. Como fui eu que fiz a matéria, explico pelo menos o que me é sabido:
1) A negociação de 2006 foi praticamente inexistente, já que os patrões apresentaram uma proposta de reajuste de apenas 5% sobre o salário de R$ 975,20, algo que chegaria a um patamar de R$ 1.040,00. O Sinjor endureceu, pois queria um aumento real, não apenas a reposição salarial e buscava o piso de R$ 1.400,00, para ver se conseguia pelo menos R$ 1.200,00. Nada feito e o processo de negociação sequer chegou a ser aberto, tamanha a tirania dos empregadores em não querer negociar. A proposta deles era única e o sindicato aceitava se quisesse.
2) O processo se arrasta até agora e para evitar o dissídio (que segundo alguns medrosos seria desastroso para a categoria), o Sinjor resolveu aceitar a proposta dos 5%. Contudo, resta saber agora quando os patrões pretendem assinar o tal acordo e dar direito ao aumento pífio de menos de R$ 50, inclusive de forma retroativa nos holerites a partir de então.
3) Na época da tentativa de negociação, os patrões tinham um trunfo nas mangas que não podia ser batido. O Sinjor, acostumado a pegar leve com os patrões, voltou a apresentar a proposta fora do prazo e a data base (que é de março, oficialmente), ficou bastante atrasada. Na hora da mesa, os patrões jogaram isso na cara dos sindicalistas sem dó nem piedade, como a maioria dos jornalistas que foram às reuniões pôde ver.
4) Com isso, o Sinjor resolveu dar uma resposta rápida para este ano. A proposta de acordo coletivo está aprovada e os valores atualizados também. A campanha salarial vai começar logo, logo e totalmente dentro dos prazos, assim, não vai haver mais desculpa esfarrapada dos empregadores.
5) Deve-se salientar que a negociação de 2007 ainda vai começar e a de 2006 está para ser encerrada, ou seja, é bem possível que neste ano, os jornalistas de Rondônia possam ter até dois reajustes salariais, um do ano passado, pago retroativamente em parcelas iguais, e outro para depois de março (se Deus quiser), dentro do prazo. Entenderam? Não? Nem eu! Ainda assim, torço para que os colegas que lerem este “post” se esforcem um pouco mais e lutem pelos seus direitos. O Sinjor não pode fazer tudo sozinho, pois nem mesmo sua diretoria consegue se reunir completamente. A participação de todos é primordial. Está dado o recado!
1) A negociação de 2006 foi praticamente inexistente, já que os patrões apresentaram uma proposta de reajuste de apenas 5% sobre o salário de R$ 975,20, algo que chegaria a um patamar de R$ 1.040,00. O Sinjor endureceu, pois queria um aumento real, não apenas a reposição salarial e buscava o piso de R$ 1.400,00, para ver se conseguia pelo menos R$ 1.200,00. Nada feito e o processo de negociação sequer chegou a ser aberto, tamanha a tirania dos empregadores em não querer negociar. A proposta deles era única e o sindicato aceitava se quisesse.
2) O processo se arrasta até agora e para evitar o dissídio (que segundo alguns medrosos seria desastroso para a categoria), o Sinjor resolveu aceitar a proposta dos 5%. Contudo, resta saber agora quando os patrões pretendem assinar o tal acordo e dar direito ao aumento pífio de menos de R$ 50, inclusive de forma retroativa nos holerites a partir de então.
3) Na época da tentativa de negociação, os patrões tinham um trunfo nas mangas que não podia ser batido. O Sinjor, acostumado a pegar leve com os patrões, voltou a apresentar a proposta fora do prazo e a data base (que é de março, oficialmente), ficou bastante atrasada. Na hora da mesa, os patrões jogaram isso na cara dos sindicalistas sem dó nem piedade, como a maioria dos jornalistas que foram às reuniões pôde ver.
4) Com isso, o Sinjor resolveu dar uma resposta rápida para este ano. A proposta de acordo coletivo está aprovada e os valores atualizados também. A campanha salarial vai começar logo, logo e totalmente dentro dos prazos, assim, não vai haver mais desculpa esfarrapada dos empregadores.
5) Deve-se salientar que a negociação de 2007 ainda vai começar e a de 2006 está para ser encerrada, ou seja, é bem possível que neste ano, os jornalistas de Rondônia possam ter até dois reajustes salariais, um do ano passado, pago retroativamente em parcelas iguais, e outro para depois de março (se Deus quiser), dentro do prazo. Entenderam? Não? Nem eu! Ainda assim, torço para que os colegas que lerem este “post” se esforcem um pouco mais e lutem pelos seus direitos. O Sinjor não pode fazer tudo sozinho, pois nem mesmo sua diretoria consegue se reunir completamente. A participação de todos é primordial. Está dado o recado!
Jornalismo bem humorado
Frases publicadas em alguns jornais do Rio de Janeiro, há algum tempo atrás.
1. "A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano." (Na cova?) - Jornal do Brasil
2. "Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente." (O frio não estava filiado ao sindicato grevista) – O GLOBO
3."Os sete artistas compõem um trio de talento." (Hã?) – EXTRA
4. "A vítima foi estrangulada a golpes de facão." (uma nova modalidade de estrangulamento) - O DIA
5. "Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável." (De modo algum!) - O GLOBO
6. "No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos." (naturalmente....) - O DIA
7. "Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva." (Jura?) - JORNAL DO BRASIL
8. "Parece que ela foi morta pelo seu assassino." (Não diga!) - EXTRA
9. "Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça." (Espera, onde foi o machucado mesmo?) - O DIA
10. "O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas." (Gente, mas até ontem era um triângulo!) - EXTRA
11. "O tribunal, após breve deliberação, foi condenado a um mês de prisão." (E será que ele tem cela especial?) – O DIA.
12. "O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou." (Seria a volta dos mortos-vivos?) - O DIA
13. "A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço." (Que aberração!) - EXTRA
14. "Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para a satisfação dos habitantes." (Água no além para purificar as almas...) - JORNAL DO BRASIL
15. "Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens." (Do pó ao pó...) - O GLOBO
16. "O aumento do desemprego foi de 0% em novembro." (Onde vamos parar desse jeito?) - O GLOBO
17. "O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos." (Quanta confusão!) - O DIA
18. "Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio." (Ah, bom achei que fosse uma churrascada!) - JORNAL DO BRASIL
19. "Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel." (Viu como ele é disciplinado?) - EXTRA
20. "O cadáver foi encontrado morto dentro do carro." (Sem Comentários) - O DIA
21. "Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto." (acorda??!!!) - O DIA
Fonte: E-mail de gente desocupada, assim como o blogueiro
1. "A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano." (Na cova?) - Jornal do Brasil
2. "Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente." (O frio não estava filiado ao sindicato grevista) – O GLOBO
3."Os sete artistas compõem um trio de talento." (Hã?) – EXTRA
4. "A vítima foi estrangulada a golpes de facão." (uma nova modalidade de estrangulamento) - O DIA
5. "Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável." (De modo algum!) - O GLOBO
6. "No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos." (naturalmente....) - O DIA
7. "Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva." (Jura?) - JORNAL DO BRASIL
8. "Parece que ela foi morta pelo seu assassino." (Não diga!) - EXTRA
9. "Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça." (Espera, onde foi o machucado mesmo?) - O DIA
10. "O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas." (Gente, mas até ontem era um triângulo!) - EXTRA
11. "O tribunal, após breve deliberação, foi condenado a um mês de prisão." (E será que ele tem cela especial?) – O DIA.
12. "O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou." (Seria a volta dos mortos-vivos?) - O DIA
13. "A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço." (Que aberração!) - EXTRA
14. "Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para a satisfação dos habitantes." (Água no além para purificar as almas...) - JORNAL DO BRASIL
15. "Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens." (Do pó ao pó...) - O GLOBO
16. "O aumento do desemprego foi de 0% em novembro." (Onde vamos parar desse jeito?) - O GLOBO
17. "O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos." (Quanta confusão!) - O DIA
18. "Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio." (Ah, bom achei que fosse uma churrascada!) - JORNAL DO BRASIL
19. "Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel." (Viu como ele é disciplinado?) - EXTRA
20. "O cadáver foi encontrado morto dentro do carro." (Sem Comentários) - O DIA
21. "Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto." (acorda??!!!) - O DIA
Fonte: E-mail de gente desocupada, assim como o blogueiro
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Top 10 - Prêmio "Trepa-Trepa" para as piores músicas (?) que Porto Velho ouve
Sem ter muito o que fazer e depois de uma intensa e medonha pesquisa na internet (haja saquinho para vômito) , resolvi colocar aqui uma parte do que há de pior no showbizz portovelhense. Sim, aqui estão listados dez dos piores lixos musicais que a grande massa local (e de outros municípios e Estados também) gosta de ouvir. É um verdadeiro banquete de imundície para essa gente que insiste em ser manipulada pela mídia mercenária. É claro que nessa lista caberiam inúmeras pérolas do lixo que se ouve e se vê no dia a dia, mas como o espaço é pouco e a minha paciência (e estômago) também não são tão generosos, aí vão as que eu mais conheço e que também são sugestões de colegas de trabalho. Se você duvida da má intenção dessas bandas que apelam para toda a sorte de lascívia gratuita, é só fazer uma rápida pesquisa nas páginas de letras musicais do Terra, que verão o naipe da qualidade musical imposta por esses cretinos. Destaque especial para a Banda Saia Rodada. Sangue de Jesus Cristo têm poder! Sai de retro!10º - Cavalo Manco - Banda Calypso
9º - Garagem da Vizinha - Rio Negro e Solimões
8º - Risca Faca - Saia Rodada
7º - Furunfa - Calcinha Preta
6º - Dinheiro na Mão, Calcinha no Chão - Saia Rodada
5º - Tchaka, Tchaka na Mutchaka - Gaviões do Forró
4º - Vai Que Tá Gostoso - Saia Rodada
3º - Zé Periquito - Saia Rodada
2º - Coelhinho - Saia Rodada
1º - Lapada na Rachada - Saia Rodada
Diga não às porcarias (adaptação do texto de Luiz Fernando Veríssimo)
Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois quando você quiser é só parar..." e eu fui na dele.
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho e Xororó e em seguida um do Leandro e Leonardo.
Achei legal, uma coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "amigo" e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei na loja e pedi: " - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano." Era o principio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc.
Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: É o Tchan, Companhia do Pagode, Asa de Águia e muito mais.
Após o uso continuo eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes, então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Meu quadril passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Eu pensava só nesta parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela!
Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir dai que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma musica que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a Coletânea As melhores do Molejão. Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir!
Cheguei ao fundo do poço ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigrões, motinhas e tapinhas (hoje em dia tem até eguinha pocotó!). Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos.
Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras... Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.
Mas como desgraça pouca é bobagem, até ontem estava consumindo (e sendo consumido) por pérolas como “Rapariga”, “Como Uma Virgem”, “Lapada na Rachada”, “A garagem da minha vizinha”, “Trepa, trepa, trepa” e “O forró do Risca a Faca”.
Hoje estou internado em uma clinica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de MPB, Rock Progressivo e Blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach. Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Reajam! Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
· Não ligue a TV no domingo à tarde;
· Não escute nada que venha de duplas ou grupos de Goiânia, do Pará, da Bahia ou do interior de São Paulo;
· Não entre em carros com adesivos "Fui...!";
· Se lhe oferecerem um CD, procure saber se o indivíduo já foi aos programas do Gugu, Faustão ou Gilberto Barros;
· Mulheres gritando histericamente é outro indício;
· Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
· Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;
· Não compre nenhum CD em que a capa tenha nuvens ao fundo;
· Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil;
· Não escute nada cujo o autor não consiga uma concordância verbal mínima;
Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela. Eu sei que você consegue. Diga não às drogas!
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho e Xororó e em seguida um do Leandro e Leonardo.
Achei legal, uma coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "amigo" e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei na loja e pedi: " - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano." Era o principio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc.
Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: É o Tchan, Companhia do Pagode, Asa de Águia e muito mais.
Após o uso continuo eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes, então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Meu quadril passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Eu pensava só nesta parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela!
Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir dai que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma musica que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a Coletânea As melhores do Molejão. Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir!
Cheguei ao fundo do poço ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigrões, motinhas e tapinhas (hoje em dia tem até eguinha pocotó!). Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos.
Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras... Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.
Mas como desgraça pouca é bobagem, até ontem estava consumindo (e sendo consumido) por pérolas como “Rapariga”, “Como Uma Virgem”, “Lapada na Rachada”, “A garagem da minha vizinha”, “Trepa, trepa, trepa” e “O forró do Risca a Faca”.
Hoje estou internado em uma clinica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de MPB, Rock Progressivo e Blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach. Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Reajam! Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
· Não ligue a TV no domingo à tarde;
· Não escute nada que venha de duplas ou grupos de Goiânia, do Pará, da Bahia ou do interior de São Paulo;
· Não entre em carros com adesivos "Fui...!";
· Se lhe oferecerem um CD, procure saber se o indivíduo já foi aos programas do Gugu, Faustão ou Gilberto Barros;
· Mulheres gritando histericamente é outro indício;
· Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
· Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;
· Não compre nenhum CD em que a capa tenha nuvens ao fundo;
· Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil;
· Não escute nada cujo o autor não consiga uma concordância verbal mínima;
Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela. Eu sei que você consegue. Diga não às drogas!
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Mensagens de Natal
Como está chegando a festa do Natal e o espírito humanitário nos faz afastar um pouco essa preguiça cotidiana (perceberam que o blog não é atualizado há tempos?) resolvi escrever um pouco e mandar uma mensagem de Natal diferente para os colegas da imprensa (e desafetos) mais conhecidos deste escriba. As mensagens de Natal são...
... Para Marcos Henrique “Tóia” (O Observador)
“Cumpádi, qual é o jogo?”
.... Para Marcos Grutzmacher (presidente do Sinjor)
“Venda a passagem que ganhou e faça a nossa festa de confraternização, nem que seja até janeiro”
... Para Rubens Coutinho (TudoRondônia)
“Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuuuuuuu?????!!!!”
... Para Everaldo Fogaça (O Observador)
“Você teme pelo pióóóóirrrrrr?”
... Para Sandra Santos (Rádio 93,3 FM)
“A música Cartas aos Missionários é do grupo Uns & Outros, portanto, sem a caixinha de gelada que você pensava ter ganhado. Um beijo”
... Para Paulo Ricardo (O Estadão do Norte)
“Te benzo, te curo, amanhã tú...* duro”
... Para Luiza Archanjo (Diário da Amazônia) e Ivalda Marrocos (ALE)
“Em nome de Deus! Parem de bancar as certinhas. Nem Zélia Gatai é tão xarope e a Academia Brasileira de Letras é só um sonho” (brincadeirinha, amigas).
... Para Luciana Oliveira (TudoRondônia)
“O que aconteceu com a viagem de fim de ano para a Europa?”
... Para Leivinha Oliveira (O Estadão do Norte)
“Ou maaaiiissss...”
... Para Antônio Queiroz (O Estadão do Norte)
“Sim, pois não? Presente!”
... Para Paulo Andreoli (Rondoniaovivo)
“A amizade vale mais do que qualquer interesse pessoal, ok?”
... Para Carlos Terceiro (Nahoraonline)
“E o pagamento do Leandro? A Anacozeca está no teu encalço! Tô sentindo cheiro de tombo!”
... Para Antônio Pessoa (O Estadão do Norte)
“Chora, não vou ligar/Chegou a hora, vais me pagar/Pode esperar, pode esperar...” (Música de Beth Carvalho)
... Para mim mesmo (sei lá de onde eu sou)
“A casa caiu!”
UM FELIZ NATAL PARA TODOS OS AMIGOS!!!
... Para Marcos Henrique “Tóia” (O Observador)
“Cumpádi, qual é o jogo?”
.... Para Marcos Grutzmacher (presidente do Sinjor)
“Venda a passagem que ganhou e faça a nossa festa de confraternização, nem que seja até janeiro”
... Para Rubens Coutinho (TudoRondônia)
“Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuuuuuuu?????!!!!”
... Para Everaldo Fogaça (O Observador)
“Você teme pelo pióóóóirrrrrr?”
... Para Sandra Santos (Rádio 93,3 FM)
“A música Cartas aos Missionários é do grupo Uns & Outros, portanto, sem a caixinha de gelada que você pensava ter ganhado. Um beijo”
... Para Paulo Ricardo (O Estadão do Norte)
“Te benzo, te curo, amanhã tú...* duro”
... Para Luiza Archanjo (Diário da Amazônia) e Ivalda Marrocos (ALE)
“Em nome de Deus! Parem de bancar as certinhas. Nem Zélia Gatai é tão xarope e a Academia Brasileira de Letras é só um sonho” (brincadeirinha, amigas).
... Para Luciana Oliveira (TudoRondônia)
“O que aconteceu com a viagem de fim de ano para a Europa?”
... Para Leivinha Oliveira (O Estadão do Norte)
“Ou maaaiiissss...”
... Para Antônio Queiroz (O Estadão do Norte)
“Sim, pois não? Presente!”
... Para Paulo Andreoli (Rondoniaovivo)
“A amizade vale mais do que qualquer interesse pessoal, ok?”
... Para Carlos Terceiro (Nahoraonline)
“E o pagamento do Leandro? A Anacozeca está no teu encalço! Tô sentindo cheiro de tombo!”
... Para Antônio Pessoa (O Estadão do Norte)
“Chora, não vou ligar/Chegou a hora, vais me pagar/Pode esperar, pode esperar...” (Música de Beth Carvalho)
... Para mim mesmo (sei lá de onde eu sou)
“A casa caiu!”
UM FELIZ NATAL PARA TODOS OS AMIGOS!!!
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Coisas do TJ-RO
Serviço mal feito ou vista grossa?
O serviço de Comissariado de Menor publicou nota ainda há pouco enaltecendo o trabalho de pelo menos 18 comissários na noite do último sábado, onde eles acabaram retirando da rua mais de 60 menores em “situação de risco”, ou seja, estavam em locais e ambientes completamente desproporcionais ou considerados ilícitos. Até aí tudo bem, pois os comissários sempre são cobrados pela opinião pública pela constante ausência na noite portovelhense. No entanto, o que pegou mal foi o fato deste mesmo comissariado não fazer a ronda ostensiva nos locais que realmente estavam atraindo a atenção do público rondoniense, especialmente dos menores de idade. Será que eles não se aperceberam que naquele sábado a cidade estava quase “parada” para ver o show do Double You e Ramada, na Quéops? Aliás, será que eles nunca vão dar uma passada lá no antro de lascividade chamado Papo D’Skina? E quanto aos demais bares e boates que oferecem música ao vivo para um público cada vez mais heterogêneo? Será que não tem algo de errado nestas visitas do comissário de menor, que sempre segue pelo caminho oposto? Fica até parecendo que eles fazem vista grossa para esses locais mais populares. Há indícios de que, em outras épocas, alguns comissários realmente não molestavam os donos de boates quando estes faziam o chamado “agrado”, assim como aconteceu em uma famosa danceteria da Capital há cerca de sete anos. Tomara que o Ministério Público comece a olhar para essa atuação cada vez mais duvidosa do Comissariado de Menores.
Bomba!
Não se trata de uma notícia bombástica e com alto poder de destruição, trata-se de uma bomba mesmo, no sentido mais cômico da palavra. Não dá para acreditar que a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Rondônia se prestou a fazer uma matéria dando conta da homenagem que um suposto poeta fez a uma magistrada. Será que o colega Bosco Gouvêia e seus comandados não tinham nada mais importante para fazer ou então quiseram pregar uma peça nos colegas dos sites e jornais?
O serviço de Comissariado de Menor publicou nota ainda há pouco enaltecendo o trabalho de pelo menos 18 comissários na noite do último sábado, onde eles acabaram retirando da rua mais de 60 menores em “situação de risco”, ou seja, estavam em locais e ambientes completamente desproporcionais ou considerados ilícitos. Até aí tudo bem, pois os comissários sempre são cobrados pela opinião pública pela constante ausência na noite portovelhense. No entanto, o que pegou mal foi o fato deste mesmo comissariado não fazer a ronda ostensiva nos locais que realmente estavam atraindo a atenção do público rondoniense, especialmente dos menores de idade. Será que eles não se aperceberam que naquele sábado a cidade estava quase “parada” para ver o show do Double You e Ramada, na Quéops? Aliás, será que eles nunca vão dar uma passada lá no antro de lascividade chamado Papo D’Skina? E quanto aos demais bares e boates que oferecem música ao vivo para um público cada vez mais heterogêneo? Será que não tem algo de errado nestas visitas do comissário de menor, que sempre segue pelo caminho oposto? Fica até parecendo que eles fazem vista grossa para esses locais mais populares. Há indícios de que, em outras épocas, alguns comissários realmente não molestavam os donos de boates quando estes faziam o chamado “agrado”, assim como aconteceu em uma famosa danceteria da Capital há cerca de sete anos. Tomara que o Ministério Público comece a olhar para essa atuação cada vez mais duvidosa do Comissariado de Menores.
Bomba!
Não se trata de uma notícia bombástica e com alto poder de destruição, trata-se de uma bomba mesmo, no sentido mais cômico da palavra. Não dá para acreditar que a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Rondônia se prestou a fazer uma matéria dando conta da homenagem que um suposto poeta fez a uma magistrada. Será que o colega Bosco Gouvêia e seus comandados não tinham nada mais importante para fazer ou então quiseram pregar uma peça nos colegas dos sites e jornais?
Notas do 3º Prêmio Sinjor
Um tapa na cara do comodismo
A premiação dos vencedores do 3º Prêmio Sinjor de Jornalismo deixou claro que o jornalismo em Rondônia é pautado pelo profissionalismo e pela garra de seus autores. Os vencedores são rostos e nomes conhecidos (ou não) nesta profissão pouco valorizada pelos patrões. Contudo, o prêmio deixa evidente também que somente o apoio destes patrões – pelo menos com a linha editorial – aos seus funcionários é que gera dividendos e reconhecimento. Um bom exemplo se deu com a dobradinha Minéia Capistrano e Marcela Ximenes, ambas do Diário da Amazônia. Tudo bem que o empresário Acir Gurgacz não é lá nenhum santo e vem atrapalhando as negociações salariais com o sindicato que só quer dar um reajuste justo para a categoria. No entanto, já cansei de ouvir que trabalhar tanto no Diário como na RedeTV é bom porque os chefes imediatos são jornalistas e produtores de primeira linha e que deixam o profissional esbanjar seu talento. Aliás, dizem que estes chefes de setor, editores, produtores, diretores e redatores fazem questão de tirar o máximo do potencial de cada um dos valiosos jornalistas contratados. Minéia e Marcela venceram porque além do talento, da dedicação e do trabalho feito com seriedade e bom gosto, possuem o suporte necessário de seus colegas e chefes imediatos, que lhes dão a logística, a simpatia, o apoio moral e estimulam a valorização profissional e humana. Não é de hoje que eu sei (assim como os colegas que conheço) que o Diário da Amazônia possui a melhor (eu disse melhor, não maior) Redação e que a RedeTV têm os melhores diretores e produtores. Palmas para as meninas e um sorriso de satisfação para os seus chefes. Tomara que os demais donos de jornais, editores chefes e puxa-saco de plantão agora comecem a repensar suas atuações e tentem melhorar o nível dos jornais que representam, pois vai chegar um momento em que as manchetes policiais deixarão de ser fator de popularidade e o povão vai aprender a dar valor a um jornalismo realmente bom. Chega de viver só de nome. Vamos valorizar os jornalistas e oferecer um trabalho de qualidade a esse povo tão massacrado.
Meios Ambientes
Um fato que me chamou a atenção na revelação dos nomes dos vencedores foi a categoria Meio Ambiente. Desta vez o veterano Nelson Townes de Castro não concorreu sozinho e foi engolido pela jornalista da RedeTv. Espere! Eu disse RedeTV??? Pois bem, foi esse um dos assuntos mais comentados daquela noite de sábado, a exemplo do que falou o colega Paulo Ricardo (O Estadão do Norte). Ele disse que se soubesse que seu texto concorreria com uma matéria de vídeo, áudio e edição nem teria ingressado nesta categoria. Para ele - que não quis desmerecer a vitória da colega - há que se rever os critérios do regulamento, pois mesmo que o assunto fale sobre um mesmo tema, não se pode concorrer com o som dos pássaros, da beleza das edições de vídeo, com o pôr do sol em movimento... bom, é realmente um caso a se pensar.
Charge
Foi lamentável o fato de ninguém conseguir concorrer na categoria Charge. Apenas três profissionais tentaram angariar a “fortuna” de R$ 700, mas todos estavam irregulares com o regulamento. Os trabalhos de Toni Francis e Zoghbi estavam fora do prazo e os de um outro chargista (não lembro o nome) excediam a quantidade estipulada. Portanto, ninguém conseguiu elevar o valor da profissão e nem mesmo a comissão organizadora se manteve atenta para minimizar o problema. Poderiam ter dado o valor do prêmio para o também chargista Alex, do Alto Madeira, que estava presente ao evento e também lamentou a ausência de premiados. Alex sofreu um grave acidente há cerca de dois anos e hoje luta para conseguir o apoio das pessoas e manter seu sustento e sua dignidade. Tenho certeza que o público presente aplaudiria de pé os diretores sindicais e a comissão organizadora.
Integração
Um fator que considerei muito bom para a festa foi a presença de alguns proprietários de sites. Alguns destes conhecidos jornalistas-patrões eram tidos como opositores ao Sinjor ou a seu presidente, Marcos Grutzmacher. Contudo, o ano de 2006 serviu para o Sinjor e seus associados cortarem o problema na carne ou lavarem a roupa suja. No final das contas, tudo deu certo (ou está dando) e a festa mostrou a harmonia que pode ser possível neste jornalismo rondoniense carcomido pela sua autofagia.
Webjornalismo
O primeiro prêmio feito pelo Sinjor, em 2004, tinha a categoria Webjornalismo com um bom valor a ser pago. Na ocasião, ninguém concorreu ou, quem o quis fazer, estava em situação irregular junto ao sindicato. Espero que, com essa reaproximação dos donos de sites com o Sinjor proporcione a participação de valiosos jornalistas deste metié e a categoria seja reincluída no Oscar da Imprensa rondoniense. Só para se ter uma idéia, estão no jornalismo eletrônico nomes como Marcos Henrique “Tóia”, Rubens Coutinho, Luciana Oliveira, Eliânio Nascimento, Ivonete Gomes, Gérson Costa, Erick Angelim, Paulo Andreoli, Marcos Souza, Augusto José, Analton da Silva, Paulo Ayres, Gessy Taborda, José Carlos Sá, Jorge Vasquez, este que vos escreve e por aí vai...
Sem lágrimas
Esta foi a primeira vez que o presidente do Sinjor, Marcos Grutzmacher, não chorou em seu discurso, mesmo tendo passado por sufocos com a falta de apoio dos empresários e estatais e com a perseguição desmedida de alguns colegas. Acho que o nosso presidente está ficando acostumado com o clima de pressão que o seu posto carrega ou então está aprendendo a lidar com o grande público sem exagerar nos discursos. Muito bem, meu caro presidente pois já dizia a minha tia: Quem se abaixa demais acaba mostrando os fundos.
Justiça explícita
Enquanto alguns mostram hostilidade e falta de bom senso, o Sinjor mostrou justiça e extrema sensibilidade ao homenagear a incansável jornalista Ivalda Marrocos. Apesar de possuir uma inteligência espantosa, um talento maravilhoso e já ter seu nome consagrado nas mais altas esferas do poder e da sociedade, Ivalda mostra toda sua humildade e simpatia ao cumprimentar desde o mais veterano aos foquinhas recém saídos do forno. Adoramos essa mulher. Um beijão, linda!
Falhas
Apesar de todo o brilho, o Prêmio Sinjor de Jornalismo voltou a apresentar algumas falhas. No vídeo que mostrava um pouco da história do sindicato, os depoimentos dos jornalistas entrevistados estava sem áudio. Uma pena mesmo pois deixamos de saber um pouco mais do Sinjor através das palavras de veteranos como Lúcio Albuquerque e Paulo Queiroz. Mas, como alguns já estão dizendo desde o ano passado, se não tiver nenhum probleminha, não é o Prêmio Sinjor. Brincadeiras à parte, estão de parabéns os colegas Júlio Aires, Miro Costa, Luiza Archanjo e Pollyana Woida, da comissão organizadora.
A premiação dos vencedores do 3º Prêmio Sinjor de Jornalismo deixou claro que o jornalismo em Rondônia é pautado pelo profissionalismo e pela garra de seus autores. Os vencedores são rostos e nomes conhecidos (ou não) nesta profissão pouco valorizada pelos patrões. Contudo, o prêmio deixa evidente também que somente o apoio destes patrões – pelo menos com a linha editorial – aos seus funcionários é que gera dividendos e reconhecimento. Um bom exemplo se deu com a dobradinha Minéia Capistrano e Marcela Ximenes, ambas do Diário da Amazônia. Tudo bem que o empresário Acir Gurgacz não é lá nenhum santo e vem atrapalhando as negociações salariais com o sindicato que só quer dar um reajuste justo para a categoria. No entanto, já cansei de ouvir que trabalhar tanto no Diário como na RedeTV é bom porque os chefes imediatos são jornalistas e produtores de primeira linha e que deixam o profissional esbanjar seu talento. Aliás, dizem que estes chefes de setor, editores, produtores, diretores e redatores fazem questão de tirar o máximo do potencial de cada um dos valiosos jornalistas contratados. Minéia e Marcela venceram porque além do talento, da dedicação e do trabalho feito com seriedade e bom gosto, possuem o suporte necessário de seus colegas e chefes imediatos, que lhes dão a logística, a simpatia, o apoio moral e estimulam a valorização profissional e humana. Não é de hoje que eu sei (assim como os colegas que conheço) que o Diário da Amazônia possui a melhor (eu disse melhor, não maior) Redação e que a RedeTV têm os melhores diretores e produtores. Palmas para as meninas e um sorriso de satisfação para os seus chefes. Tomara que os demais donos de jornais, editores chefes e puxa-saco de plantão agora comecem a repensar suas atuações e tentem melhorar o nível dos jornais que representam, pois vai chegar um momento em que as manchetes policiais deixarão de ser fator de popularidade e o povão vai aprender a dar valor a um jornalismo realmente bom. Chega de viver só de nome. Vamos valorizar os jornalistas e oferecer um trabalho de qualidade a esse povo tão massacrado.
Meios Ambientes
Um fato que me chamou a atenção na revelação dos nomes dos vencedores foi a categoria Meio Ambiente. Desta vez o veterano Nelson Townes de Castro não concorreu sozinho e foi engolido pela jornalista da RedeTv. Espere! Eu disse RedeTV??? Pois bem, foi esse um dos assuntos mais comentados daquela noite de sábado, a exemplo do que falou o colega Paulo Ricardo (O Estadão do Norte). Ele disse que se soubesse que seu texto concorreria com uma matéria de vídeo, áudio e edição nem teria ingressado nesta categoria. Para ele - que não quis desmerecer a vitória da colega - há que se rever os critérios do regulamento, pois mesmo que o assunto fale sobre um mesmo tema, não se pode concorrer com o som dos pássaros, da beleza das edições de vídeo, com o pôr do sol em movimento... bom, é realmente um caso a se pensar.
Charge
Foi lamentável o fato de ninguém conseguir concorrer na categoria Charge. Apenas três profissionais tentaram angariar a “fortuna” de R$ 700, mas todos estavam irregulares com o regulamento. Os trabalhos de Toni Francis e Zoghbi estavam fora do prazo e os de um outro chargista (não lembro o nome) excediam a quantidade estipulada. Portanto, ninguém conseguiu elevar o valor da profissão e nem mesmo a comissão organizadora se manteve atenta para minimizar o problema. Poderiam ter dado o valor do prêmio para o também chargista Alex, do Alto Madeira, que estava presente ao evento e também lamentou a ausência de premiados. Alex sofreu um grave acidente há cerca de dois anos e hoje luta para conseguir o apoio das pessoas e manter seu sustento e sua dignidade. Tenho certeza que o público presente aplaudiria de pé os diretores sindicais e a comissão organizadora.
Integração
Um fator que considerei muito bom para a festa foi a presença de alguns proprietários de sites. Alguns destes conhecidos jornalistas-patrões eram tidos como opositores ao Sinjor ou a seu presidente, Marcos Grutzmacher. Contudo, o ano de 2006 serviu para o Sinjor e seus associados cortarem o problema na carne ou lavarem a roupa suja. No final das contas, tudo deu certo (ou está dando) e a festa mostrou a harmonia que pode ser possível neste jornalismo rondoniense carcomido pela sua autofagia.
Webjornalismo
O primeiro prêmio feito pelo Sinjor, em 2004, tinha a categoria Webjornalismo com um bom valor a ser pago. Na ocasião, ninguém concorreu ou, quem o quis fazer, estava em situação irregular junto ao sindicato. Espero que, com essa reaproximação dos donos de sites com o Sinjor proporcione a participação de valiosos jornalistas deste metié e a categoria seja reincluída no Oscar da Imprensa rondoniense. Só para se ter uma idéia, estão no jornalismo eletrônico nomes como Marcos Henrique “Tóia”, Rubens Coutinho, Luciana Oliveira, Eliânio Nascimento, Ivonete Gomes, Gérson Costa, Erick Angelim, Paulo Andreoli, Marcos Souza, Augusto José, Analton da Silva, Paulo Ayres, Gessy Taborda, José Carlos Sá, Jorge Vasquez, este que vos escreve e por aí vai...
Sem lágrimas
Esta foi a primeira vez que o presidente do Sinjor, Marcos Grutzmacher, não chorou em seu discurso, mesmo tendo passado por sufocos com a falta de apoio dos empresários e estatais e com a perseguição desmedida de alguns colegas. Acho que o nosso presidente está ficando acostumado com o clima de pressão que o seu posto carrega ou então está aprendendo a lidar com o grande público sem exagerar nos discursos. Muito bem, meu caro presidente pois já dizia a minha tia: Quem se abaixa demais acaba mostrando os fundos.
Justiça explícita
Enquanto alguns mostram hostilidade e falta de bom senso, o Sinjor mostrou justiça e extrema sensibilidade ao homenagear a incansável jornalista Ivalda Marrocos. Apesar de possuir uma inteligência espantosa, um talento maravilhoso e já ter seu nome consagrado nas mais altas esferas do poder e da sociedade, Ivalda mostra toda sua humildade e simpatia ao cumprimentar desde o mais veterano aos foquinhas recém saídos do forno. Adoramos essa mulher. Um beijão, linda!
Falhas
Apesar de todo o brilho, o Prêmio Sinjor de Jornalismo voltou a apresentar algumas falhas. No vídeo que mostrava um pouco da história do sindicato, os depoimentos dos jornalistas entrevistados estava sem áudio. Uma pena mesmo pois deixamos de saber um pouco mais do Sinjor através das palavras de veteranos como Lúcio Albuquerque e Paulo Queiroz. Mas, como alguns já estão dizendo desde o ano passado, se não tiver nenhum probleminha, não é o Prêmio Sinjor. Brincadeiras à parte, estão de parabéns os colegas Júlio Aires, Miro Costa, Luiza Archanjo e Pollyana Woida, da comissão organizadora.
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Notas raivosas
Sem noção
Não dá para entender a atitude das pessoas que respondem pela ação da Polícia Ambiental no evento chamado “Beradeiros”, que estava sendo realizado no Ypiranga Sport Club, na semana passada. Disseram que o volume dos acordes das guitarras e as batidas das baterias era insuportável e que isso incomodava a toda vizinhança. O engraçado é que naquele local acontecem noites e madrugadas homéricas de apologia ao sexo barato através das “poesias” do forró e, até então, isso não incomodava ninguém. Agora bastou tentar fazer um festival de rock, pop e música eletrônica que a vizinhança chiou. Decididamente estamos num inferno astral da cultura popular. Esse povo gosta mesmo é do que é ruim. A “Lapada na Rachada” é que domina a mente fraca dessa gente, gente essa que, em alguns momentos, superam os níveis mais altos do ridículo e jogam pétalas de rosa para a imoralidade.
Polícia Rodoviária Municipal?
Enquanto isso, na antiga Avenida Jorge Teixeira (agora federalizada e que passou a ser extensão da BR-319), o clima de desconforto é ainda maior. Aquela importante artéria deveria estar sendo policiada ostensivamente pela Polícia Rodoviária Federal que, por sua vez, teria que minimizar o caos instalado no trânsito e os abusos cometidos por donos de empresas, bares, promotores de eventos e pequenos ambulantes. Mas, o que se vê mesmo é a inércia total da PRF, especialmente quanto ao que acontece no trecho da Calama com Abunã. Ali, outro império do forró promove as noitadas de música ruim e amplia o volume de carros estacionados irregularmente, tráfico de drogas e toda espécie de comércio ambulante, num total desrespeito às leis que regem as rodovias federais. Aquela conversa de fiscalização intensa, de moralização da - agora - rodovia e da “limpeza” daquela via foi falácia. É patética e bisonha a atuação da PRF na rodovia “municipal” BR-319.
Descaso
Por falar em 319, até agora o caos criado com o deslizamento de uma parte da então Avenida Migrantes (ou Costa e Silva), ocorrido no início de fevereiro, permanece sem que o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (Dnit), a Prefeitura ou a PRF façam nada. Esse é o governo humanista prometido pelo PT há pouco mais de quatro anos. E ainda tem gente que acredita no que esses cretinos falam. O povão merece mesmo é peia, para aprender a ser gente. Que tal ir para o Papo D’Skina para celebrar a vida de mentiras, fracassos, dor e agonia que vocês têm? A trilha sonora de vocês estará lá os esperando.
Festa quase ótima
A Federação do Comércio de Rondônia (Fecomércio) está de parabéns por oferecer, mais uma vez, um mega jantar de confraternização para a imprensa rondoniense. Todo mundo sabe que essa é a festa mais aguardada pelos escribas, jornalistas de imagem e outros “entrões” da mídia. Foram algumas horas do melhor clima musical, integração entre colegas da imprensa falada, escrita, virtual e televisada, tudo regado a muita cerveja, scotch e comida de primeira qualidade. Mas, como não poderia ser diferente, sempre tem um imbecil que tenta estragar a festa dos outros. Pessoas que não tem “simancol” em casa e ainda acham que podem andar no metié das pessoas de bem desta nobre profissão. Sabem de quem estou falando... Lamentável.
Não dá para entender a atitude das pessoas que respondem pela ação da Polícia Ambiental no evento chamado “Beradeiros”, que estava sendo realizado no Ypiranga Sport Club, na semana passada. Disseram que o volume dos acordes das guitarras e as batidas das baterias era insuportável e que isso incomodava a toda vizinhança. O engraçado é que naquele local acontecem noites e madrugadas homéricas de apologia ao sexo barato através das “poesias” do forró e, até então, isso não incomodava ninguém. Agora bastou tentar fazer um festival de rock, pop e música eletrônica que a vizinhança chiou. Decididamente estamos num inferno astral da cultura popular. Esse povo gosta mesmo é do que é ruim. A “Lapada na Rachada” é que domina a mente fraca dessa gente, gente essa que, em alguns momentos, superam os níveis mais altos do ridículo e jogam pétalas de rosa para a imoralidade.
Polícia Rodoviária Municipal?
Enquanto isso, na antiga Avenida Jorge Teixeira (agora federalizada e que passou a ser extensão da BR-319), o clima de desconforto é ainda maior. Aquela importante artéria deveria estar sendo policiada ostensivamente pela Polícia Rodoviária Federal que, por sua vez, teria que minimizar o caos instalado no trânsito e os abusos cometidos por donos de empresas, bares, promotores de eventos e pequenos ambulantes. Mas, o que se vê mesmo é a inércia total da PRF, especialmente quanto ao que acontece no trecho da Calama com Abunã. Ali, outro império do forró promove as noitadas de música ruim e amplia o volume de carros estacionados irregularmente, tráfico de drogas e toda espécie de comércio ambulante, num total desrespeito às leis que regem as rodovias federais. Aquela conversa de fiscalização intensa, de moralização da - agora - rodovia e da “limpeza” daquela via foi falácia. É patética e bisonha a atuação da PRF na rodovia “municipal” BR-319.
Descaso
Por falar em 319, até agora o caos criado com o deslizamento de uma parte da então Avenida Migrantes (ou Costa e Silva), ocorrido no início de fevereiro, permanece sem que o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (Dnit), a Prefeitura ou a PRF façam nada. Esse é o governo humanista prometido pelo PT há pouco mais de quatro anos. E ainda tem gente que acredita no que esses cretinos falam. O povão merece mesmo é peia, para aprender a ser gente. Que tal ir para o Papo D’Skina para celebrar a vida de mentiras, fracassos, dor e agonia que vocês têm? A trilha sonora de vocês estará lá os esperando.
Festa quase ótima
A Federação do Comércio de Rondônia (Fecomércio) está de parabéns por oferecer, mais uma vez, um mega jantar de confraternização para a imprensa rondoniense. Todo mundo sabe que essa é a festa mais aguardada pelos escribas, jornalistas de imagem e outros “entrões” da mídia. Foram algumas horas do melhor clima musical, integração entre colegas da imprensa falada, escrita, virtual e televisada, tudo regado a muita cerveja, scotch e comida de primeira qualidade. Mas, como não poderia ser diferente, sempre tem um imbecil que tenta estragar a festa dos outros. Pessoas que não tem “simancol” em casa e ainda acham que podem andar no metié das pessoas de bem desta nobre profissão. Sabem de quem estou falando... Lamentável.
domingo, novembro 26, 2006
Diploma autoritário (Folha de São Paulo)
Exigência de diploma fere Carta, inibe melhoria técnica do jornalismo e se configura anacronismo na era da internet
Passados 18 anos da promulgação da Constituição Federal, que pôs um ponto final em mais de duas décadas de exceção ao Estado de Direito, assombram ainda a esfera pública brasileira certos diplomas legais que merecem cabalmente o qualificativo de "entulho autoritário".
Entre eles sobressai o decreto-lei 972/69, que estipula a obrigatoriedade do diploma de jornalista para obtenção de registro profissional -não por muito tempo mais, espera-se, agora que tal atentado à liberdade se encontra sob exame da instância máxima da Justiça, o Supremo Tribunal Federal.
Na última terça-feira, o STF confirmou por unanimidade a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes suspendendo a exigência. O relator havia decidido serem suficientes as ponderações do Ministério Público Federal (MPF) em prol da medida cautelar, ao argumentar que havia ameaça aos direitos de um elevado número de jornalistas que exercem hoje a profissão sem cumprir as exorbitantes determinações do decreto-lei de 1969 (este havia sido baixado pelos ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, em 17 de outubro de 1969, com apoio nos atos institucionais nº 16 e nº 5).
É com a convicção de que esse decreto conspurca a ordem constitucional que esta Folha -pioneira na insubmissão à tutela do diploma- vem saudando as iniciativas do MPF para sustar seus efeitos antidemocráticos. Bem antes delas, já se destacava na defesa dos princípios consagrados nos vários artigos da Constituição de 1988 que aniquilam a sanha controladora: liberdade de expressão (art. 5º, inciso IX); liberdade de profissão (art. 5º, inciso XIII); e proibição de embaraço legal à liberdade de informação jornalística (art. 220, parágrafo 1º).
Em acréscimo, é imperioso anotar que não cabe analogia entre a profissão jornalística e outras que, por demandarem capacidade técnica específica para prevenir malefícios à coletividade, devem permanecer controladas. No mundo inteiro assim se procede com médicos, engenheiros e farmacêuticos, cuja imperícia pode causar graves danos. O Brasil está entre as raras nações que optaram por sujeitar também os profissionais de imprensa a uma tutela incompatível com a livre circulação de idéias, opiniões e informações.
Em outubro de 2001, tais princípios foram reafirmados em memorável decisão liminar da Justiça Federal suspendendo a exigência do diploma. Agremiações de jornalistas recorreram da decisão, demonstrando mais uma vez a disposição policialesca de interditar redações a profissionais talentosos e especialistas que não tenham passado antes no cartório consagrado por sindicatos e escolas de comunicação. Voltaram as costas, como é seu hábito, aos interesses do público, impedindo-o de julgar e escolher por meios próprios os profissionais competentes para lhe trazer informação.
Cinco anos depois, essa visão estreita terminou referendada pelo Tribunal Regional Federal da Terceira Região, que reinstaurou a exigência do diploma. O MPF apresentou então recurso extraordinário ao Supremo, sustentando que o decreto-lei 972 não foi recepcionado pela Constituição de 1988, por violação flagrante dos artigos citados. Após a concessão da liminar, aguarda-se para breve o julgamento de mérito do recurso extraordinário pelo STF. Será uma decisão histórica. No momento em que novas mídias franqueiam canais de informação para quantidade crescente de pessoas, permeando a barreira artificial erguida entre jornalistas e cidadãos, o país enfim decidirá se mantém essa reserva de mercado anacrônica, corporativista e liberticida.
Entre eles sobressai o decreto-lei 972/69, que estipula a obrigatoriedade do diploma de jornalista para obtenção de registro profissional -não por muito tempo mais, espera-se, agora que tal atentado à liberdade se encontra sob exame da instância máxima da Justiça, o Supremo Tribunal Federal.
Na última terça-feira, o STF confirmou por unanimidade a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes suspendendo a exigência. O relator havia decidido serem suficientes as ponderações do Ministério Público Federal (MPF) em prol da medida cautelar, ao argumentar que havia ameaça aos direitos de um elevado número de jornalistas que exercem hoje a profissão sem cumprir as exorbitantes determinações do decreto-lei de 1969 (este havia sido baixado pelos ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, em 17 de outubro de 1969, com apoio nos atos institucionais nº 16 e nº 5).
É com a convicção de que esse decreto conspurca a ordem constitucional que esta Folha -pioneira na insubmissão à tutela do diploma- vem saudando as iniciativas do MPF para sustar seus efeitos antidemocráticos. Bem antes delas, já se destacava na defesa dos princípios consagrados nos vários artigos da Constituição de 1988 que aniquilam a sanha controladora: liberdade de expressão (art. 5º, inciso IX); liberdade de profissão (art. 5º, inciso XIII); e proibição de embaraço legal à liberdade de informação jornalística (art. 220, parágrafo 1º).
Em acréscimo, é imperioso anotar que não cabe analogia entre a profissão jornalística e outras que, por demandarem capacidade técnica específica para prevenir malefícios à coletividade, devem permanecer controladas. No mundo inteiro assim se procede com médicos, engenheiros e farmacêuticos, cuja imperícia pode causar graves danos. O Brasil está entre as raras nações que optaram por sujeitar também os profissionais de imprensa a uma tutela incompatível com a livre circulação de idéias, opiniões e informações.
Em outubro de 2001, tais princípios foram reafirmados em memorável decisão liminar da Justiça Federal suspendendo a exigência do diploma. Agremiações de jornalistas recorreram da decisão, demonstrando mais uma vez a disposição policialesca de interditar redações a profissionais talentosos e especialistas que não tenham passado antes no cartório consagrado por sindicatos e escolas de comunicação. Voltaram as costas, como é seu hábito, aos interesses do público, impedindo-o de julgar e escolher por meios próprios os profissionais competentes para lhe trazer informação.
Cinco anos depois, essa visão estreita terminou referendada pelo Tribunal Regional Federal da Terceira Região, que reinstaurou a exigência do diploma. O MPF apresentou então recurso extraordinário ao Supremo, sustentando que o decreto-lei 972 não foi recepcionado pela Constituição de 1988, por violação flagrante dos artigos citados. Após a concessão da liminar, aguarda-se para breve o julgamento de mérito do recurso extraordinário pelo STF. Será uma decisão histórica. No momento em que novas mídias franqueiam canais de informação para quantidade crescente de pessoas, permeando a barreira artificial erguida entre jornalistas e cidadãos, o país enfim decidirá se mantém essa reserva de mercado anacrônica, corporativista e liberticida.
Editorial da Folha de São Paulo
quarta-feira, novembro 22, 2006
Gonzalez, futebol, religião e gosto musical
* Adércio Dias
Sempre ouvi dizer que gosto, religião e futebol não se discutem. Religiões, já freqüentei várias para tentar descobrir qual é a minha. Ainda não encontrei. Sobre futebol, pouco posso discutir, pois ao longo de anos vivendo em São Paulo, desenvolvi uma simpatia pelo Palmeiras, que, aliás, não vai bem no Campeonato Brasileiro. Sobre música, ah... nesse ponto sou radical. Discuto e não me canso de defender a qualidade musical. Por essa minha intransigência, acabei por me indispor com alguns colegas de faculdade por não admitir no baile da minha formatura lixos anti-musicais. Afinal, na festa que vai coroar o meu esforço e o de dezenas de novos bacharéis em Direito, depois de fazer o melhor, não quero ouvir nem apresentar o pior.
É por isso que me senti no direito de interferir e cerrar fileiras na defesa recentemente feita pelo jornalista Rondineli Gonzalez da verdadeira música brasileira. Concordo. É insuportável a deturpação da música com que nos deparamos cotidianamente. A população, sobretudo a menos favorecida, é bombardeada constantemente com dejetos como “Lapada na Rachada”, “Calypso”, “Limão com Mel”, “Caviar com Rapadura”, “Mastruz com Leite” e outras misturas indigestas.
Certo dia, ao caminhar pelo centro de Porto Velho, não pude deixar de ouvir o som vindo de uma loja, ampliando a poluição sonora que já existe sem nenhum controle. Era uma repetição irritante em uma voz igualmente insuportável, emoldurada por um arranjo deplorável que dizia “pirulitu tu tu... pirulitu tu tu...”. O mais curioso era observar que as pessoas ao redor também cantavam, e com o sincronismo de quem ouve um hit. Novamente me lembrou Gonzalez, com sua trilha sonora do transporte coletivo: “é o seu vizinho que quer comer meu cu...elhinho...”. Imagino que a fossa de onde vêm essas “pérolas” seja inesgotável.
Agora, cabe questionar como a população menos favorecida pode ter gosto diferente, se não tem acesso à verdadeira música? Não pode pagar R$ 30,00 por um CD de Jorge Vercilo, Djavan, Tom Jobim, Nana Caymi, Chico Buarque, Paulinho da Viola, e tantos outros bons (ótimos) da música brasileira! DVD’s piratas das “fezes” musicais custam em média R$ 5,00 na Avenida 7 de Setembro. É mais acessível.
Aí me lembro da brilhante apresentação do maestro Arthur Moreira Lima no bairro Esperança da Comunidade. A escolha do local foi muito criticada por setores da imprensa. Mas a apresentação estava lotada, de moradores da periferia de Porto Velho. Entre as pessoas que conheço de gosto musical refinado encontrei na apresentação a jornalista Simone Norberto, o cineasta Jurandir Costa, que não foram a trabalho; e muitos moradores da periferia.
Assisti a pelo menos três apresentações de Arthur Moreira Lima no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em nenhuma delas a entrada custou menos de R$ 50,00. No bairro Esperança da Comunidade foi grátis, em um campo de futebol. E quem disse que o “povão” não gostou? A minha conclusão é que se a população não tem acesso à boa música, não pode gostar do que não conhece.
Na rua, nas festas, no rádio, nem sempre ouço o que eu gosto. Por isso, acho que devemos valorizar cada oportunidade que temos para mostrar aos amigos, conhecidos e convidados, a boa música. Faço parte dos formandos que durante cinco anos juntaram um dinheirinho para pagar a comemoração da formatura, nela incluída a banda que vai animar a festa. Dizem que é a melhor que há no mercado, e não custou nada barato. Depois da festa não terei nenhum receio de divulgar a quem interessar possa, se a banda é digna de ser contratada por outras turmas de formandos ou para qualquer outra festa que preza pela qualidade musical.
Jamais quis impor o meu gosto musical. Até porque, além do Gessy Taborda, do Rondineli Gonzalez, do Renato Machado (jornalistas) e do juiz Carlos Augusto Gomes Lobo, não conheço muitas outras pessoas que gostam de jazz, blues, de rock clássico e da boa música brasileira. Aliás, sempre tive a curiosidade de ouvir toda a coleção de CDs do Taborda. Mas isso já é outra história.
* Jornalista e formando em Direito
Sempre ouvi dizer que gosto, religião e futebol não se discutem. Religiões, já freqüentei várias para tentar descobrir qual é a minha. Ainda não encontrei. Sobre futebol, pouco posso discutir, pois ao longo de anos vivendo em São Paulo, desenvolvi uma simpatia pelo Palmeiras, que, aliás, não vai bem no Campeonato Brasileiro. Sobre música, ah... nesse ponto sou radical. Discuto e não me canso de defender a qualidade musical. Por essa minha intransigência, acabei por me indispor com alguns colegas de faculdade por não admitir no baile da minha formatura lixos anti-musicais. Afinal, na festa que vai coroar o meu esforço e o de dezenas de novos bacharéis em Direito, depois de fazer o melhor, não quero ouvir nem apresentar o pior.
É por isso que me senti no direito de interferir e cerrar fileiras na defesa recentemente feita pelo jornalista Rondineli Gonzalez da verdadeira música brasileira. Concordo. É insuportável a deturpação da música com que nos deparamos cotidianamente. A população, sobretudo a menos favorecida, é bombardeada constantemente com dejetos como “Lapada na Rachada”, “Calypso”, “Limão com Mel”, “Caviar com Rapadura”, “Mastruz com Leite” e outras misturas indigestas.
Certo dia, ao caminhar pelo centro de Porto Velho, não pude deixar de ouvir o som vindo de uma loja, ampliando a poluição sonora que já existe sem nenhum controle. Era uma repetição irritante em uma voz igualmente insuportável, emoldurada por um arranjo deplorável que dizia “pirulitu tu tu... pirulitu tu tu...”. O mais curioso era observar que as pessoas ao redor também cantavam, e com o sincronismo de quem ouve um hit. Novamente me lembrou Gonzalez, com sua trilha sonora do transporte coletivo: “é o seu vizinho que quer comer meu cu...elhinho...”. Imagino que a fossa de onde vêm essas “pérolas” seja inesgotável.
Agora, cabe questionar como a população menos favorecida pode ter gosto diferente, se não tem acesso à verdadeira música? Não pode pagar R$ 30,00 por um CD de Jorge Vercilo, Djavan, Tom Jobim, Nana Caymi, Chico Buarque, Paulinho da Viola, e tantos outros bons (ótimos) da música brasileira! DVD’s piratas das “fezes” musicais custam em média R$ 5,00 na Avenida 7 de Setembro. É mais acessível.
Aí me lembro da brilhante apresentação do maestro Arthur Moreira Lima no bairro Esperança da Comunidade. A escolha do local foi muito criticada por setores da imprensa. Mas a apresentação estava lotada, de moradores da periferia de Porto Velho. Entre as pessoas que conheço de gosto musical refinado encontrei na apresentação a jornalista Simone Norberto, o cineasta Jurandir Costa, que não foram a trabalho; e muitos moradores da periferia.
Assisti a pelo menos três apresentações de Arthur Moreira Lima no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em nenhuma delas a entrada custou menos de R$ 50,00. No bairro Esperança da Comunidade foi grátis, em um campo de futebol. E quem disse que o “povão” não gostou? A minha conclusão é que se a população não tem acesso à boa música, não pode gostar do que não conhece.
Na rua, nas festas, no rádio, nem sempre ouço o que eu gosto. Por isso, acho que devemos valorizar cada oportunidade que temos para mostrar aos amigos, conhecidos e convidados, a boa música. Faço parte dos formandos que durante cinco anos juntaram um dinheirinho para pagar a comemoração da formatura, nela incluída a banda que vai animar a festa. Dizem que é a melhor que há no mercado, e não custou nada barato. Depois da festa não terei nenhum receio de divulgar a quem interessar possa, se a banda é digna de ser contratada por outras turmas de formandos ou para qualquer outra festa que preza pela qualidade musical.
Jamais quis impor o meu gosto musical. Até porque, além do Gessy Taborda, do Rondineli Gonzalez, do Renato Machado (jornalistas) e do juiz Carlos Augusto Gomes Lobo, não conheço muitas outras pessoas que gostam de jazz, blues, de rock clássico e da boa música brasileira. Aliás, sempre tive a curiosidade de ouvir toda a coleção de CDs do Taborda. Mas isso já é outra história.
* Jornalista e formando em Direito
Canudo de papel - O diploma e as orelhas, Por Carlos Brickmann
Aparício Torelly, ou Aporelli, ou o Barão de Itararé, foi um dos grandes humoristas brasileiros. Membro do Partido Comunista (na ilegalidade), e sabendo que a truculenta polícia política poderia invadir sua redação, colocou na porta um cartaz histórico: "Entre sem bater". É dele também a frase definitiva: "Diploma não encurta a orelha de ninguém".
O debate sobre o diploma de jornalista parece partir do princípio de que, obtido o diploma, as orelhas se reduzem e o cavalheiro pára de zurrar. Gente como Ricardo Kotscho, como este colunista, como Boris Casoy, como Eduardo Suplicy, como Joelmir Beting, sem diploma de jornalista, está condenada à mais profunda ignorância. Se souber duas línguas, uma será o zurro; outra, o relincho.
O Brasil teve normas regulatórias antes de ser um país; teve censura antes de ter imprensa. Talvez por isso, imagina-se que uma profissão, não sendo amparada por um diploma, será forçosamente mal exercida. Só que não será, não: pode-se perfeitamente trabalhar em jornal sem um papel assinado – e assinado por gente que, muitas vezes, jamais deu a honra de sua presença numa Redação.
Diploma de jornalista não é ruim: é bom. Pode ser ótimo. É desejável. Mas não é essencial. E nem vamos entrar naquela conversa mole de que os patrões querem abrir o mercado para pagar menos. Patrão, por definição, sempre procura pagar menos. E os exemplos citados, de jornalistas sem diploma, sempre estiveram entre os maiores salários das redações em que se engajaram. Talvez o motivo da luta pelo diploma seja outro, mais feio: a reserva de mercado. Porque, não haja dúvida, as empresas sempre vão procurar os profissionais que julgarem mais competentes; e, se não houver lei, rigidamente fiscalizada, com penas severíssimas, escolherão os melhores, com diploma ou sem ele.
O debate sobre o diploma de jornalista parece partir do princípio de que, obtido o diploma, as orelhas se reduzem e o cavalheiro pára de zurrar. Gente como Ricardo Kotscho, como este colunista, como Boris Casoy, como Eduardo Suplicy, como Joelmir Beting, sem diploma de jornalista, está condenada à mais profunda ignorância. Se souber duas línguas, uma será o zurro; outra, o relincho.
O Brasil teve normas regulatórias antes de ser um país; teve censura antes de ter imprensa. Talvez por isso, imagina-se que uma profissão, não sendo amparada por um diploma, será forçosamente mal exercida. Só que não será, não: pode-se perfeitamente trabalhar em jornal sem um papel assinado – e assinado por gente que, muitas vezes, jamais deu a honra de sua presença numa Redação.
Diploma de jornalista não é ruim: é bom. Pode ser ótimo. É desejável. Mas não é essencial. E nem vamos entrar naquela conversa mole de que os patrões querem abrir o mercado para pagar menos. Patrão, por definição, sempre procura pagar menos. E os exemplos citados, de jornalistas sem diploma, sempre estiveram entre os maiores salários das redações em que se engajaram. Talvez o motivo da luta pelo diploma seja outro, mais feio: a reserva de mercado. Porque, não haja dúvida, as empresas sempre vão procurar os profissionais que julgarem mais competentes; e, se não houver lei, rigidamente fiscalizada, com penas severíssimas, escolherão os melhores, com diploma ou sem ele.
segunda-feira, novembro 20, 2006
Maria da Penha
A lei com o nome acima citado tão logo entrou em vigor e já colocou muita gente de barbas de molho, especialmente os ditos valentões que adoram descer o sarrafo em suas companheiras. Tudo bem que isso acontece frequentemente, mas as mulheres agora também deverão ficar atentas pois o que não falta nesta cidade são os famosos “bagulhões” torturando seus pobres maridos que só não prestam queixa à polícia porque, quando apanham, estão podres de bêbados e não sentem dor alguma. Pela manhã, eles se perguntam que “trator” passou por cima deles e o sorriso das mocréias é de pura satisfação ou, no mínimo, de compensação.
Faça o que eu falo...
Quem conhece bem esse velho ditado popular sabe bem como é a cabeça de alguns políticos brasileiros e, em Porto Velho, essa máxima é ainda mais legítima quando se aplica aos parlamentos locais. Um bom exemplo é o nobre vereador José Wildes (PT), autor de uma proposta de lei que determinaria que todos os portovelhenses deveriam proclamar Jesus como seu único e eterno salvador espiritual. O projeto, obviamente, foi um fiasco e se tornou motivo de chacotas em todos os cantos da cidade. Só que o nobre edil, que dizem ser evangélico, estava na mega festa de vitória do advogado Hélio Vieira à presidência da OAB, na última sexta-feira, no Clube Pezzini, tomando todas e mais algumas distribuindo fartos sorrisos aos convidados como se ali fosse um templo de adoração ao Senhor que ele tanto diz idolatrar. Deus está vendo...
Desce mais uma!
O projeto de Lei Seca, que foi reprovado na semana passada em segunda votação na Câmara dos Vereadores de Porto Velho, voltou a ser tema de bate boca entre os vereadores. Hoje pela manhã, o autor do projeto fracassado, Ted Wilson (PFL), atribuiu ao álcool a morte de algumas pessoas vitimadas no trânsito caótico da cidade e da BR. Para ele, a culpa maior é dos vereadores que foram contra a lei, pois se ela tivesse sido aprovada, a vida dessas e de outras pessoas estariam salvas. Só que o vereador Jair Ramires (PSB) não deixou por menos e rebateu: “Se nós formos culpados por todas as mortes envolvendo pessoas alcoolizadas agora, até o final do ano estaremos todos presos.”
Desce outra!
“Não é pelo fato do acidente ter ocorrido no final de semana que deixarei de beber minha cerveja nos finais de semana”. A frase é do vereador Paulo da Condor (PSDC), que também defende o direito dos cidadãos tomar suas canas quando der na telha. Ora, quem diria que um dia eu gostaria de algo que esse vereador falasse ou fizesse.
A saideira!
Só para finalizar esse assunto tão quente (me lembra Montilla), quero deixar aqui meu protesto ao nobre vereador Ted Wilson, a quem tinha tanta admiração até o ano passado. Explico: Ele foi autor de uma lei que está em vigor em Porto Velho que obriga todos os atendentes de postos de saúde a denunciar casos de tortura e agressões cometidos por homens a mulheres e crianças, mesmo que estas não queiram prestar queixa. É um projeto super importante que pode sim diminuir o índice de violência contra as mulheres. Nota dez até então para Ted mas, essa da Lei Seca foi pior do que um chute no pescoço... Garçoooommmm!!!
Olha a carteirada!
Fontes legítimas de dentro do movimento estudantil dão conta que as entidades estudantis de Porto Velho repetirão o mesmo que o PL e o Prona fizeram para sair do sufoco e fugir do coeficiente da cláusula de barreira. Dizem que as entidades secundaristas poderão se tornar uma só por conta de uma intensa crise financeira que se abateu sobre a União Estadual Rondoniense dos Estudantes Secundaristas (Ueres). A Umes e a Ures se aliarão a essa entidade porque nem mesmo o apoio do governador Ivo Cassol foi capaz de impedir sua falência promovida pelos atos irresponsáveis de seus diretores, famosos por freqüentar festas noturnas regadas a muitas mulheres e cerveja. É realmente uma pena o quadro decadente das entidades que deveriam estar lutando legitimamente pelos movimentos estudantis. Em vez disso, o que se vê são pessoas inescrupulosas que querem ter uma vida de diversão efêmera em troca do dinheiro fácil conseguido através das famosas carteirinhas. Nessas horas, todos sentem saudade do veterano estudante Pedro Marcelo (Umes), legítimo político dos movimentos estudantis e que sabia mostrar o peso e o valor dos jovens rondonienses. Marcelo foi a maior vítima da traição desses mercenários disfarçados de estudantes.
Folia à vista
O carismático bloco carnavalesco Rio Kaiary está esquentando os tamborins para o carnaval de 2007 e já anunciou o tema para a maior festa popular do Brasil. “O Porteiro da Alegria” é o tema, em homenagem ao veterano porteiro Severino, famoso pelos tempos em que atuou na recepção de clubes como Ypiranga, Bancrévea, Ferroviário, Moto Clube, Botafogo, Flamengo, Danúbio e, é claro, quando liderou a “borboleta” do saudoso Cine Resky. Os ensaios começam no dia 5 de janeiro, confirma o presidente Marcos Henrique “Tóia”, o famoso “cumpádi”.
quinta-feira, novembro 09, 2006
Rapidinhas...
* Fiquei sem saber porque tanta preocupação do vereador e deputado estadual eleito Válter Araújo (PTB) "vir a público esclarecer" que não vai peitar o governador Ivo Cassol, como teria dito um site noticioso da Capital. Ora, e por que não? Estaria o futuro morador da Casa de Leis preocupado com seu polpudo contrato com o Governo? Começamos bem, hein?
* A semana que passou na mídia local foi marcada por uma feroz briga entre duas grandes jornalistas de Porto Velho. Alguns se deliciaram com a pendenga entre as musas, mas esquecem que isso só diminui o pouco de credibilidade que a imprensa ainda teria com a opinião pública.
* Por falar nisso, nessa guerrinha de palavras com egos feridos sobrou, novamente, para o Sinjor (Sindicato dos Jornalistas de Rondônia). Parece que tudo que acontece de mal nesse Estado é por culpa do sindicato. O pior é que tem gente que diz que o sindicato não serve para nada, que ninguém dá a mínima, que ninguém precisa do Sinjor... na hora do aperto, todo mundo lembra do quase falido Sinjor.
* Aliás, quero deixar aqui um recado para os "patrões" disfarçados de jornalistas que tanto criticam e esnobam o sindicato por causa de picuinhas com o presidente Marcos Grutzmacher: Se querem falar mal do presidente e de alguns dos diretores que, na minha modesta opinião são mesmo pelegos e puxa-sacos (eu disse alguns), fiquem à vontade. Agora, se continuarem a me incluir nessa lista por questões menores que sejam, poderão estar correndo um sério risco à integridade física. Sim, já estou de saco cheio de aguentar alguns imbecis que ficam generalizando quanto à diretoria do Sinjor e, até por sadismo, acabam por me atingir. Sou amigo de todo mundo, mas amizade não rima com tolerância demasiada. Abuso não faz parte da minha vida e até para a demência tem que haver limites.
* Quanto à questão da Lei Seca, quero deixar bem claro que sou contra. Explico: 1) Não vai resolver o problema da violência. 2) Se tiver que ser aplicada, que seja para todos, não apenas para a periferia enquanto os burgueses ficam lucrando com a desgraça alheia no Centro da cidade. 3) Promoveria uma onda de desemprego sem precedentes e com consequências desastrosas. 4) Estimularia a venda ilegal de bebidas no horário proibido, o chamado "mercado negro". 5) Estabeleceria falência generalizada de comerciantes que dependem exclusivamente dessa atividade comercial. 6) Tiraria o direito do povo de ir e vir e fazer o que der na telha, numa forma disfarçada de tirarnia, uma espécie de "toque de recolher". 7) É descabida, apesar de todo o apelo emocional que, em parte tem fundamento, mas é diminuído se comparado a projeção de um quadro de mazelas ainda pior. 8) Proibiria somente o cidadão de bem a não beber, pois o bandido daria um jeito qualquer de beber à vontade, onde quiser e ainda zombar de todos nós. 9) Nas mesas de bares é que são criadas as melhores idéias e onde se descobrem os grandes gênios, pensadores e intelectuais da nossa sociedade e isso não pode ser cessado. 10) Vai contra a minha liberdade... e ninguém mexe com minha liberdade.
* A semana que passou na mídia local foi marcada por uma feroz briga entre duas grandes jornalistas de Porto Velho. Alguns se deliciaram com a pendenga entre as musas, mas esquecem que isso só diminui o pouco de credibilidade que a imprensa ainda teria com a opinião pública.
* Por falar nisso, nessa guerrinha de palavras com egos feridos sobrou, novamente, para o Sinjor (Sindicato dos Jornalistas de Rondônia). Parece que tudo que acontece de mal nesse Estado é por culpa do sindicato. O pior é que tem gente que diz que o sindicato não serve para nada, que ninguém dá a mínima, que ninguém precisa do Sinjor... na hora do aperto, todo mundo lembra do quase falido Sinjor.
* Aliás, quero deixar aqui um recado para os "patrões" disfarçados de jornalistas que tanto criticam e esnobam o sindicato por causa de picuinhas com o presidente Marcos Grutzmacher: Se querem falar mal do presidente e de alguns dos diretores que, na minha modesta opinião são mesmo pelegos e puxa-sacos (eu disse alguns), fiquem à vontade. Agora, se continuarem a me incluir nessa lista por questões menores que sejam, poderão estar correndo um sério risco à integridade física. Sim, já estou de saco cheio de aguentar alguns imbecis que ficam generalizando quanto à diretoria do Sinjor e, até por sadismo, acabam por me atingir. Sou amigo de todo mundo, mas amizade não rima com tolerância demasiada. Abuso não faz parte da minha vida e até para a demência tem que haver limites.
* Quanto à questão da Lei Seca, quero deixar bem claro que sou contra. Explico: 1) Não vai resolver o problema da violência. 2) Se tiver que ser aplicada, que seja para todos, não apenas para a periferia enquanto os burgueses ficam lucrando com a desgraça alheia no Centro da cidade. 3) Promoveria uma onda de desemprego sem precedentes e com consequências desastrosas. 4) Estimularia a venda ilegal de bebidas no horário proibido, o chamado "mercado negro". 5) Estabeleceria falência generalizada de comerciantes que dependem exclusivamente dessa atividade comercial. 6) Tiraria o direito do povo de ir e vir e fazer o que der na telha, numa forma disfarçada de tirarnia, uma espécie de "toque de recolher". 7) É descabida, apesar de todo o apelo emocional que, em parte tem fundamento, mas é diminuído se comparado a projeção de um quadro de mazelas ainda pior. 8) Proibiria somente o cidadão de bem a não beber, pois o bandido daria um jeito qualquer de beber à vontade, onde quiser e ainda zombar de todos nós. 9) Nas mesas de bares é que são criadas as melhores idéias e onde se descobrem os grandes gênios, pensadores e intelectuais da nossa sociedade e isso não pode ser cessado. 10) Vai contra a minha liberdade... e ninguém mexe com minha liberdade.
terça-feira, novembro 07, 2006
Algumas vantagens de ser homem
* Seus telefonemas não duram mais do que 20 minutos.
* A nudez no cinema é, em 99% dos casos, feminina.
* Um feriado prolongado requer apenas uma mochila.
* Futebol.
* Você não se sente compelido a monitorar a vida sexual dos seus amigos.
* Você pode abrir qualquer pote de qualquer coisa sem precisar de ajuda.
* Você pode escolher quem vai chamar para dançar.
* Seus velhos amigos não reparam se você ganhou peso.
* Um corte de cabelo no barbeiro é mais rápido, prático e econômico
* Ao mudar o canal da TV, você não precisa parar em todas as cenas em que alguém está chorando.
* Sua bunda nunca é um fator determinante numa entrevista para emprego.
* Seus orgasmos sao reais.
* Você não precisa pintar as unhas nem perder tardes inteiras com a manicure
* Você não tem que carregar uma bolsa cheia de coisas inúteis onde quer que vá.
* Você compreende porque Strip-Teases sao divertidos.
* Sempre há alguém batendo uma bolinha em algum lugar.
* Você mantém o seu nome quando se casa.
* Você não se sente compelido a arrumar uma cama de hotel.
* Quando seu trabalho é criticado, você não entra em pânico achando que todos à sua volta, secretamente te odeiam.
* Seus amigos de verdade respeitam a sua namorada.
* O uso da coerção física sempre é uma saída
* Ninguém secretamente, adora quando você tropeça.
* Você nunca tem de limpar o banheiro.
* Você consegue tomar banho e estar pronto em menos de 10 minutos.
* Sexo ruim nunca acarretará problemas de reputação, pois as mulheres não costumam comentar essas coisas entre si por medo da concorrência.
* Avistar uma barata ou qualquer outro inseto não é motivo de pânico para você.
* Se alguma pessoa esquece de te convidar para alguma coisa, ela continua sendo sua amiga.
* Cuecas são mais baratas que calcinhas e sutiãs.
* Falta de papel higiênico só é problema se você vai defecar.
* Nenhum dos seus colegas de trabalho tem o poder de te fazer chorar.
* Você não tem de raspar nada abaixo do pescoço.
* Se você tem 35 anos e é solteiro ninguém nota.
* Todas as partes do seu rosto ficam na sua cor natural a maior parte do tempo.
* Chocolate é apenas mais um doce.
* Você pode ser presidente.
* Você consegue ficar mais de meia hora em silêncio.
* Você sabe dirigir.
* Flores consertam tudo 40. Você pode pensar em sexo, 90% do seu tempo sem que os outros achem você estranho.
* Você pode usar sunga branca na praia.
* Três pares de sapato são mais do que suficientes.
* Você não fica menstruado.
* Você pode dizer o que acha sem se preocupar com o que os outros vão achar de você.
* Ter chulé não é tão anormal.
* Brad Pitt não faz parte dos seus pensamentos cotidianos.
* Ninguém para de contar uma piada suja se você entra na sala.
* Você pode tirar a camisa no meio da rua num dia quente.
* Ninguém te censura se o seu apartamento vive bagunçado.
* Mecânicos te dizem a verdade.
* Você não tem um ataque se ninguém notar o seu novo corte de cabelo.
* Você entende uma partida de futebol, e consegue fazer comentários inteligentes sobre ela.
* Você nunca tem de dirigir até outro posto de gasolina se aquele está muito sujo.
* A ação da gravidade sobre os seus peitos não é tão importante.
* Você pode sentar com os joelhos afastados independente da roupa que estiver vestindo.
* Mesmo trabalho.... mesmo salário.
* Cabelos grisalhos te deixam charmoso.
* Alugar um smoking é muito mais barato que comprar o vestido de noiva.
* Você não se importa se alguém está falando de você nas suas costas.
* Segundo as estatísticas, há muito mais mulheres no mundo do que homens.
* Ninguém acha um absurdo você não saber cozinhar.
* Se você retém líquido, é em um cantil.
* Você pode ser pai, mesmo com idade mais avançada.
* As pessoas nunca ficam tentando prestar atenção na sua conversa para ver se você está falando delas.
* Você não precisa perder a oportunidade de um dar umazinha por estar “menstruada”.
* Você pode visitar um velho amigo sem ter de obrigatoriamente comprar um presente.
* Se você encontra algum outro homem com a mesma roupa numa festa, vocês podem vir a se tornar grandes amigos.
* Você tem um relacionamento normal e saudável com a sua mãe.
* Você pode comprar camisinhas sem que o balconista da farmácia fique te imaginando nu.
* Você não precisa ir ao banheiro a cada 15 minutos para retocar a maquiagem.
* Você consegue ir ao banheiro sozinho.
* Algum dia você será um velho tarado, e ela uma velha fofoqueira.
* A maioria esmagadora das empregadas domésticas é composta mulheres, e quase sempre jovens.
* A maioria esmagadora dos empregados domésticos é composta de gays, e quase sempre velhos.
* Você não precisa sentir dor para ser pai.
* Seus amigos nunca vão te brindar com aquela chata pergunta: “Vocês estão notando algo de novo?”
* Os filmes pornôs são feitos quase que exclusivamente para você.
* Você pode coçar o saco.
* Um arroto seguido de um “desculpe”, se vindo de você, não é tão grave.
* Você é muito menos ofendido no trânsito.
* Não gostar de uma pessoa não exclui uma ida ao motel.
* Rugas nem pés-de-galinha tiram o seu sono.
* Ser feio não é tão problemático, pois algumas mulheres não se importam.
* Se uma mulher gostosa faz sucesso, é quase certo de encontrá-la nas páginas da Playboy, daqui a alguns meses.
* Você tem total controle sobre as suas glândulas lacrimais.
* Você pode ir ao Maracanã, na arquibancada, sem temer pela sua integridade física.
* Quando você vai à feira, não é importunado pelos feirantes.
* Mesmo que as contas sejam divididas meio a meio, você ainda é o chefe da família.
* Quando você engorda, se torna um gordinho simpático.
* Quando uma mulher engorda, ela se torna uma mulher gorda.
* Seu armário do banheiro tem sempre mais espaço, pois o único creme que você precisa usar é o de barbear.
* As suas cuecas são lavadas na intimidade da área de serviço, e não expostas no boxe do banheiro.
* Suas noites são mais tranqüilas, pois as mulheres raramente roncam.
* Quando você chega do trabalho pode sentar e relaxar.
* Quando a mulher chega do trabalho, ela tem de fazer o jantar, botar as crianças para dormir e arrumar a casa.
* Se você tem muitas mulheres, é um garanhão. Se uma mulher tem muitos homens, é uma promíscua e vagabunda.
* O mundo é o seu.
* A nudez no cinema é, em 99% dos casos, feminina.
* Um feriado prolongado requer apenas uma mochila.
* Futebol.
* Você não se sente compelido a monitorar a vida sexual dos seus amigos.
* Você pode abrir qualquer pote de qualquer coisa sem precisar de ajuda.
* Você pode escolher quem vai chamar para dançar.
* Seus velhos amigos não reparam se você ganhou peso.
* Um corte de cabelo no barbeiro é mais rápido, prático e econômico
* Ao mudar o canal da TV, você não precisa parar em todas as cenas em que alguém está chorando.
* Sua bunda nunca é um fator determinante numa entrevista para emprego.
* Seus orgasmos sao reais.
* Você não precisa pintar as unhas nem perder tardes inteiras com a manicure
* Você não tem que carregar uma bolsa cheia de coisas inúteis onde quer que vá.
* Você compreende porque Strip-Teases sao divertidos.
* Sempre há alguém batendo uma bolinha em algum lugar.
* Você mantém o seu nome quando se casa.
* Você não se sente compelido a arrumar uma cama de hotel.
* Quando seu trabalho é criticado, você não entra em pânico achando que todos à sua volta, secretamente te odeiam.
* Seus amigos de verdade respeitam a sua namorada.
* O uso da coerção física sempre é uma saída
* Ninguém secretamente, adora quando você tropeça.
* Você nunca tem de limpar o banheiro.
* Você consegue tomar banho e estar pronto em menos de 10 minutos.
* Sexo ruim nunca acarretará problemas de reputação, pois as mulheres não costumam comentar essas coisas entre si por medo da concorrência.
* Avistar uma barata ou qualquer outro inseto não é motivo de pânico para você.
* Se alguma pessoa esquece de te convidar para alguma coisa, ela continua sendo sua amiga.
* Cuecas são mais baratas que calcinhas e sutiãs.
* Falta de papel higiênico só é problema se você vai defecar.
* Nenhum dos seus colegas de trabalho tem o poder de te fazer chorar.
* Você não tem de raspar nada abaixo do pescoço.
* Se você tem 35 anos e é solteiro ninguém nota.
* Todas as partes do seu rosto ficam na sua cor natural a maior parte do tempo.
* Chocolate é apenas mais um doce.
* Você pode ser presidente.
* Você consegue ficar mais de meia hora em silêncio.
* Você sabe dirigir.
* Flores consertam tudo 40. Você pode pensar em sexo, 90% do seu tempo sem que os outros achem você estranho.
* Você pode usar sunga branca na praia.
* Três pares de sapato são mais do que suficientes.
* Você não fica menstruado.
* Você pode dizer o que acha sem se preocupar com o que os outros vão achar de você.
* Ter chulé não é tão anormal.
* Brad Pitt não faz parte dos seus pensamentos cotidianos.
* Ninguém para de contar uma piada suja se você entra na sala.
* Você pode tirar a camisa no meio da rua num dia quente.
* Ninguém te censura se o seu apartamento vive bagunçado.
* Mecânicos te dizem a verdade.
* Você não tem um ataque se ninguém notar o seu novo corte de cabelo.
* Você entende uma partida de futebol, e consegue fazer comentários inteligentes sobre ela.
* Você nunca tem de dirigir até outro posto de gasolina se aquele está muito sujo.
* A ação da gravidade sobre os seus peitos não é tão importante.
* Você pode sentar com os joelhos afastados independente da roupa que estiver vestindo.
* Mesmo trabalho.... mesmo salário.
* Cabelos grisalhos te deixam charmoso.
* Alugar um smoking é muito mais barato que comprar o vestido de noiva.
* Você não se importa se alguém está falando de você nas suas costas.
* Segundo as estatísticas, há muito mais mulheres no mundo do que homens.
* Ninguém acha um absurdo você não saber cozinhar.
* Se você retém líquido, é em um cantil.
* Você pode ser pai, mesmo com idade mais avançada.
* As pessoas nunca ficam tentando prestar atenção na sua conversa para ver se você está falando delas.
* Você não precisa perder a oportunidade de um dar umazinha por estar “menstruada”.
* Você pode visitar um velho amigo sem ter de obrigatoriamente comprar um presente.
* Se você encontra algum outro homem com a mesma roupa numa festa, vocês podem vir a se tornar grandes amigos.
* Você tem um relacionamento normal e saudável com a sua mãe.
* Você pode comprar camisinhas sem que o balconista da farmácia fique te imaginando nu.
* Você não precisa ir ao banheiro a cada 15 minutos para retocar a maquiagem.
* Você consegue ir ao banheiro sozinho.
* Algum dia você será um velho tarado, e ela uma velha fofoqueira.
* A maioria esmagadora das empregadas domésticas é composta mulheres, e quase sempre jovens.
* A maioria esmagadora dos empregados domésticos é composta de gays, e quase sempre velhos.
* Você não precisa sentir dor para ser pai.
* Seus amigos nunca vão te brindar com aquela chata pergunta: “Vocês estão notando algo de novo?”
* Os filmes pornôs são feitos quase que exclusivamente para você.
* Você pode coçar o saco.
* Um arroto seguido de um “desculpe”, se vindo de você, não é tão grave.
* Você é muito menos ofendido no trânsito.
* Não gostar de uma pessoa não exclui uma ida ao motel.
* Rugas nem pés-de-galinha tiram o seu sono.
* Ser feio não é tão problemático, pois algumas mulheres não se importam.
* Se uma mulher gostosa faz sucesso, é quase certo de encontrá-la nas páginas da Playboy, daqui a alguns meses.
* Você tem total controle sobre as suas glândulas lacrimais.
* Você pode ir ao Maracanã, na arquibancada, sem temer pela sua integridade física.
* Quando você vai à feira, não é importunado pelos feirantes.
* Mesmo que as contas sejam divididas meio a meio, você ainda é o chefe da família.
* Quando você engorda, se torna um gordinho simpático.
* Quando uma mulher engorda, ela se torna uma mulher gorda.
* Seu armário do banheiro tem sempre mais espaço, pois o único creme que você precisa usar é o de barbear.
* As suas cuecas são lavadas na intimidade da área de serviço, e não expostas no boxe do banheiro.
* Suas noites são mais tranqüilas, pois as mulheres raramente roncam.
* Quando você chega do trabalho pode sentar e relaxar.
* Quando a mulher chega do trabalho, ela tem de fazer o jantar, botar as crianças para dormir e arrumar a casa.
* Se você tem muitas mulheres, é um garanhão. Se uma mulher tem muitos homens, é uma promíscua e vagabunda.
* O mundo é o seu.
Nepotismo
Falem a verdade: Vocês acreditaram mesmo nessa lorota de PEC do Nepotismo? Francamente, hein? Por acaso vocês ainda acreditam em Papai Noel, cegonhas com bebês no bico, gnomos, fadas, elfos, mula-sem-cabeça....? Sabe quando é que essa "UtoPEC do Nepotismo" vai sair do papel? Nunca!!! É mais fácil o Carlão de Oliveira sair da prisão do que essa PEC ir à votação.
Eu bebo shimmm...*... hic!
A aprovação em primeira votação da Lei Seca em Porto Velho não me preocupa. Acredito que não vai passar da segunda votação e tampouco pelo crivo de Roberto Sobrinho. Ora, quem é que pode determinar a que horas o cidadão pode ou não encher a cara? Será que esses vereadores não pensam no caos social que podem criar com essa imposição? O povo tem o direito de beber sim, e depois da meia-noite, até onde aguentar. Essa é uma das poucas coisas que ainda podemos fazer para esquecer, pelo menos por algumas horas, as amarguras da vida... e ainda me vêm esses engomadinhos querer tirar esse direito divino? Ora, vão procurar uma lavagem de roupas!
São ruins mesmo!
Mentiram quando disseram que eu falei mal de algum dos patrocinadores ou colaboradores do 3º Prêmio Sinjor de Jornalismo. Não o fiz, mas agora vou fazer, só para provar que, quando quero, falo sem medo e para todos ouvirem.
1) A Brasil Telecom, uma das maiores empresas de telefonia do mundo, aqui em Porto Velho deixa muito a desejar, principalmente porque pratica preços altos em suas tarifas e aplica taxas que nós nunca conseguimos descobrir do que se tratam. Os valores das faturas, por incrível que pareça, sempre superam o que a gente consome, mesmo quando não consumimos. Outro problema é para quem tem o desprazer de utilizar o serviço de ADSL oferecido pela empresa. Você paga uma taxa fixa por mês, mas se chover, o sinal cai e os dias que você fica sem internet nunca lhe são reembolsados. Além de tudo, nada pior do que tentar solucionar os inúmeros problemas pelo 103 14. É pedir para morrer de raiva... e ainda ter que pagar por isso. Malditos números de protocolos.
2) A Ceron (Centrais Elétricas de Rondônia) é, sem sombra de dúvida, uma das instituições mais criticadas nesta terrinha. Primeiro porque além de não conseguir fornecer energia elétrica da maneira satisfatória (ou você nunca viu um dos infindáveis blecautes portovelhenses?), também pratica a cobrança de taxas e valores altos que você jamais vai entender. Aliás, você provavelmente já deve ter sofrido com a rua de sua casa sempre no breu (escuridão total) e ter medo de ser assaltado (se ainda não o foi) mesmo pagando, todos os meses, a malfadada taxa de iluminação pública, não é? Sem mais palavras, Meritíssimo...
3) O Governo do Estado de Rondônia, na minha opinião, faz a sua parte, paga salários em dias (é obrigação, não favor), preza pela segurança pública (?), pelo desenvolvimento da economia e geração de renda e emprego (??) e estimula de todas as formas a cultura e o esporte (???) em Rondônia. Além disso, o Chefe do Executivo é, sem contestações, um símbolo da lisura, do respeito pelas leis, do altruísmo, do bom gosto nas palavras, da simplicidade e humildade com os seus pares.... Ahhh... atirem na minha cabeça, por favor!!!
4) A Prefeitura de Porto Velho é boa só porque traz no título o nome da cidade onde nasci e que amo tanto. O que se vê pelas ruas, becos e favelas desta cidade é o abandono total, o descaso com o ser humano e a ofensa consistente com o bom senso das pessoas com o mínimo de inteligência. Só como exemplo, volto a destacar aqui que, há alguns meses, os “carinhas” disseram que iriam asfaltar todas as ruas do Cohab Floresta. Agora eu convido qualquer um deles para passar mais de uma vez com seus carrões na rua Cerejeira, entre Abóbora e Angico, logo na entrada do bairro. Ora, vão enganar o... não a mim.
1) A Brasil Telecom, uma das maiores empresas de telefonia do mundo, aqui em Porto Velho deixa muito a desejar, principalmente porque pratica preços altos em suas tarifas e aplica taxas que nós nunca conseguimos descobrir do que se tratam. Os valores das faturas, por incrível que pareça, sempre superam o que a gente consome, mesmo quando não consumimos. Outro problema é para quem tem o desprazer de utilizar o serviço de ADSL oferecido pela empresa. Você paga uma taxa fixa por mês, mas se chover, o sinal cai e os dias que você fica sem internet nunca lhe são reembolsados. Além de tudo, nada pior do que tentar solucionar os inúmeros problemas pelo 103 14. É pedir para morrer de raiva... e ainda ter que pagar por isso. Malditos números de protocolos.
2) A Ceron (Centrais Elétricas de Rondônia) é, sem sombra de dúvida, uma das instituições mais criticadas nesta terrinha. Primeiro porque além de não conseguir fornecer energia elétrica da maneira satisfatória (ou você nunca viu um dos infindáveis blecautes portovelhenses?), também pratica a cobrança de taxas e valores altos que você jamais vai entender. Aliás, você provavelmente já deve ter sofrido com a rua de sua casa sempre no breu (escuridão total) e ter medo de ser assaltado (se ainda não o foi) mesmo pagando, todos os meses, a malfadada taxa de iluminação pública, não é? Sem mais palavras, Meritíssimo...
3) O Governo do Estado de Rondônia, na minha opinião, faz a sua parte, paga salários em dias (é obrigação, não favor), preza pela segurança pública (?), pelo desenvolvimento da economia e geração de renda e emprego (??) e estimula de todas as formas a cultura e o esporte (???) em Rondônia. Além disso, o Chefe do Executivo é, sem contestações, um símbolo da lisura, do respeito pelas leis, do altruísmo, do bom gosto nas palavras, da simplicidade e humildade com os seus pares.... Ahhh... atirem na minha cabeça, por favor!!!
4) A Prefeitura de Porto Velho é boa só porque traz no título o nome da cidade onde nasci e que amo tanto. O que se vê pelas ruas, becos e favelas desta cidade é o abandono total, o descaso com o ser humano e a ofensa consistente com o bom senso das pessoas com o mínimo de inteligência. Só como exemplo, volto a destacar aqui que, há alguns meses, os “carinhas” disseram que iriam asfaltar todas as ruas do Cohab Floresta. Agora eu convido qualquer um deles para passar mais de uma vez com seus carrões na rua Cerejeira, entre Abóbora e Angico, logo na entrada do bairro. Ora, vão enganar o... não a mim.
sexta-feira, outubro 27, 2006
Réplicas
Bom... deixa eu ver... sim, é verdade. É verdade que não gosto de exlcuir comentários no meu blog, até mesmo porque esse diário virtual é pautado pela democracia e deixa o canal aberto a todas as manifestações. Os comentários só são e continuarão sendo excluídos quando tentarem atingir a terceiros. No entanto, apesar de considerar a participação dos leitores fundamental nesta empreitada solitária pelo bom senso, não renuncio do direito de responder a alguns desses depoimentos. Inicialmente quero dizer à senhora que se identificou como Lourdes (quantas Lourdes será que há no mundo?) que ela pode continuar me ofendendo, pois sou daqueles que doutrina pelo "falem mal de mim, mas falem de mim". Obrigado pela consideração e pelo fino faro em agredir alguém que pode perder tempo em ouví-la. Quanto ao cidadão que apenas se exibiu com a sigla PA, posso apenas dizer que há uma mostra nítida de atraso mental acentuado em seu pequeno texto, prova de que se tentasse escrever mais, poderia cair nas garras de sua própria covardia e incapacidade. Bom, não vou entrar nessa guerrinha... pois percebi que você está desarmado (a).
quarta-feira, outubro 25, 2006
Lixo, lixo, lixo... e pronto!!!
Um dos meus contatos do MSN, um rapaz chamado Thiago, não gostou totalmente do meu artigo criticando o lixo chamado "forró". Ele alega que desde quando eu trabalhava no O Estadão do Norte e assinava a coluna Agenda de Repórter, ele acompanha minha campanha anti-forró e similares. Ele diz que apesar de concordar comigo em alguns pontos, repudia o fato de eu generalizar, criticar a todos os que apreciam o malfadado ritmo e que eu alopro quando digo que quem curte isso é porque não tem o mínimo de bom gosto ou então é um semianalfabeto ou pessoa mal amada.
De certo, só quero esclarecer que a minha opinião não vai mudar, mesmo sabendo que essa opinião não vai dar em nada, apenas alimentar o ódio de muitos leitores que perdem tempo acompanhando os textos deste amante da boa música, do cigarro, da bebida alcóolica e, é claro, das mulheres. Ora, faço a minha parte. Criei esse blog para dizer aqui o que ninguém tem coragem ou se interessa em publicar... o blog é um diário virtual e nele, seu criador pode falar e fazer o que quiser. Não quero ser grosseiro, mas quem for contra o que eu digo, ou ponha um "comment" aí embaixo ou então crie seu próprio blog para me rebater. Pode ainda criar uma comunidade no Orkut chamada "Eu odeio o idiota do Rondineli Gonzalez" ou algo parecido.
A verdade é que o forró é uma porcaria, fruto da mente doentia de pessoas que só pensam em lucro individual, em servir imundície aos fracos de espírito e com nenhuma cultura do bom gosto e ainda lucrar com isso. Aliás, posso dizer essas coisas com toda propriedade do mundo. Já fui um dos coitados que gostou de forró. Frequentei por muito tempo aquele templo de noiados e mal amados chamado Papo D'Skina, principalmente na época em que o estabelecimento sequer tinha tanta projeção assim e quando as pessoas ainda nem imaginavam que a música popular brasileira seria reduzida a pérolas como "Rapariga", "Virgem", "Lapada na Rachada" e "É o Meu Vizinho que quer comer o meu cu...elhinho".
Todavia, acabei encontrando o "caminho da luz", do bom gosto e iniciei meu regresso ao mundo das pessoas com o mínimo de bom senso e de amor às coisas realmente boas. Não tentem me iludir com a conversa de que o forró não é tão ruim assim ou que tem muita gente boa que aprecia esse ritmo sem possuir o estereótipo por mim detalhado. Não há como fugir de uma realidade única e simples. O forró é o câncer da música brasileira, desagregador, ritmo de quem gosta do sexo fácil e da promiscuidade e trilha sonora de gente burra ou carente de cultura. Além disso, o forró é a "menina dos olhos" dos empresários do ramo de entretenimento, dos produtores musicais e da indústria fonográfica mercenária, feita para apalermados que engolem tudo o que lhe empurram goela abaixo.
Pra mim não! Tenho inteligência e equilíbrio suficientes para não me tornar uma marionete nessa derrocada da música, do império do lixo, da manifestação demoníaca da anticultura.
Volto a dizer: Se não posso ter uma vida de "bon vivant", pelo menos quero ter algo que não estupre meus ouvidos ou leve para a vida perigosa da lascividade nossas filhas e sobrinhas. Quero beber minha cerveja bem gelada sempre, de preferência bem acompanhado e com uma boa música ambiente.
E quem não gostou que bote prá cima! O espaço está aí, é só colocar a boca no trombone. Prometo não excluir nenhum comentário e, já chega!.... antes que eu cometa a besteira de falar um palavrão pior do que "forró" (Argghhh!).
De certo, só quero esclarecer que a minha opinião não vai mudar, mesmo sabendo que essa opinião não vai dar em nada, apenas alimentar o ódio de muitos leitores que perdem tempo acompanhando os textos deste amante da boa música, do cigarro, da bebida alcóolica e, é claro, das mulheres. Ora, faço a minha parte. Criei esse blog para dizer aqui o que ninguém tem coragem ou se interessa em publicar... o blog é um diário virtual e nele, seu criador pode falar e fazer o que quiser. Não quero ser grosseiro, mas quem for contra o que eu digo, ou ponha um "comment" aí embaixo ou então crie seu próprio blog para me rebater. Pode ainda criar uma comunidade no Orkut chamada "Eu odeio o idiota do Rondineli Gonzalez" ou algo parecido.
A verdade é que o forró é uma porcaria, fruto da mente doentia de pessoas que só pensam em lucro individual, em servir imundície aos fracos de espírito e com nenhuma cultura do bom gosto e ainda lucrar com isso. Aliás, posso dizer essas coisas com toda propriedade do mundo. Já fui um dos coitados que gostou de forró. Frequentei por muito tempo aquele templo de noiados e mal amados chamado Papo D'Skina, principalmente na época em que o estabelecimento sequer tinha tanta projeção assim e quando as pessoas ainda nem imaginavam que a música popular brasileira seria reduzida a pérolas como "Rapariga", "Virgem", "Lapada na Rachada" e "É o Meu Vizinho que quer comer o meu cu...elhinho".
Todavia, acabei encontrando o "caminho da luz", do bom gosto e iniciei meu regresso ao mundo das pessoas com o mínimo de bom senso e de amor às coisas realmente boas. Não tentem me iludir com a conversa de que o forró não é tão ruim assim ou que tem muita gente boa que aprecia esse ritmo sem possuir o estereótipo por mim detalhado. Não há como fugir de uma realidade única e simples. O forró é o câncer da música brasileira, desagregador, ritmo de quem gosta do sexo fácil e da promiscuidade e trilha sonora de gente burra ou carente de cultura. Além disso, o forró é a "menina dos olhos" dos empresários do ramo de entretenimento, dos produtores musicais e da indústria fonográfica mercenária, feita para apalermados que engolem tudo o que lhe empurram goela abaixo.
Pra mim não! Tenho inteligência e equilíbrio suficientes para não me tornar uma marionete nessa derrocada da música, do império do lixo, da manifestação demoníaca da anticultura.
Volto a dizer: Se não posso ter uma vida de "bon vivant", pelo menos quero ter algo que não estupre meus ouvidos ou leve para a vida perigosa da lascividade nossas filhas e sobrinhas. Quero beber minha cerveja bem gelada sempre, de preferência bem acompanhado e com uma boa música ambiente.
E quem não gostou que bote prá cima! O espaço está aí, é só colocar a boca no trombone. Prometo não excluir nenhum comentário e, já chega!.... antes que eu cometa a besteira de falar um palavrão pior do que "forró" (Argghhh!).
Desculpa, tá?
Cometi um erro e sei pedir desculpas... é o que tenho a dizer a todos que leram um dos meus "posts" do blog e uma coluna em um grande site da Capital onde, em um dos tópicos, falava da assessora de imprensa do vereador e recém-eleito deputado estadual Válter Araújo. O nome dela é Luciane Gonçalves, uma garota linda (e põe linda nisso) que esclareceu que tudo não passou de um mal entendido entre ela e o editor do O Observador, Everaldo Fogaça. A mocinha se mostrou bastante simpática e humilde, algo totalmente diferente do que eu havia colocado sobre ela antes mesmo de conhecê-la. Ela atua na imprensa há pouco tempo, já que é formada há pouco mais de um ano e trouxe na bagagem o registro profissional do Paraná que, assim como o de Rondônia ou de qualquer outra Unidade da Federação, é válido em todo território nacional. Bom, pelo que pude ver, além de carismática, sincera e justa, ela também parece deter a proteção de inúmeras pessoas de bem... principalmente da imprensa local. Isso mostra que realmente (pelo menos até agora) vale a pena apostar nela como uma futura estrela no jornalismo tupiniquim, alheia aos vícios, intrigas e discórdias que formam a categoria local. Seja bem vinda à minha cidade e à minha profissão, colega. E que todos te conheçam e a aplaudam daqui para frente. Deixo aqui meus votos de consideração e apreço.
terça-feira, outubro 24, 2006
Ah, isso não...!
Apesar de dizer que sou bem humorado e enfrento as coisas com o espírito de garotão (palhaço e irresponsável) não posso admitir que alguém invente mentiras a meu respeito. Se tem uma coisa que eu odeio é a mentira que, aliada à falta de caráter, pode vir a transformar um cidadão de bem em um criminoso de uma hora para outra. O que quero dizer é que quando sou leal a alguém ou à alguma causa, continuo sendo. Portanto, não sei quem foi dizer ao presidente do Sindicato dos Jornalistas de Rondônia (Sinjor) que eu teria criticado um dos patrocinadores do Prêmio Sinjor de Jornalismo 2006. Inventaram de novo e estão querendo me colocar em maus lençóis perante o restante da diretoria. Não faço jogo duplo e, além disso, sou um dos maiores entusiastas do prêmio Sinjor, desde a sua primeira edição. Para se ter uma idéia, no ano passado eu fui um dos vencedores então, por que, eu, agora como um dos diretores executivos do Sinjor, levantaria tamanha crítica contra o único evento que procura integrar essa classe desunida e valorizar aos verdadeiros profissionais? Não sei quem foi que inventou essa barbaridade e acho melhor nem saber... eu mesmo não sei até onde o meu espírito complacente e companheiro suportaria uma traição dessas. Que Deus tenha piedade do (a) infeliz que fez essa besteira, porque eu não terei...
Síndrome de Peter Pan
Uma pessoa bacana me disse, recentemente, que eu sofro da Síndrome do Peter Pan, pois apesar da idade (29 anos) não passo de um garotão. Obviamente essa pessoa se explicou, dizendo que não era para tomar isso como uma ofensa, mas sim como um elogio, já que um "garotão" como eu é difícil de encontrar no dia a dia. "Bem humorado, divertido, brincalhão e até em certo ponto, irresponsável... não leva muito as coisas a sério"...
Acho que finalmente alguém conseguiu definir bem o meu espírito. Sou assim mesmo, mas sou porque tento enfrentar a vida com bom humor, apesar de todas as pressões e obstáculos, as turbulências e momentos de pânico.
Apesar de ser jornalista, acho que sempre mantive essa juventude no caráter, pois gosto de brincar com o que a vida me oferece, mesmo lidando com coisas sérias constantemente. No final, gostei da conversa e aumentei minha esperança de que, algum dia, esse mundo possa vir a ser formado por garotões como eu, pois assim não teríamos tanta corrupção, miséria, intolerância e violência. Um abraço a essa pessoa tão especial que soube me definir.
Acho que finalmente alguém conseguiu definir bem o meu espírito. Sou assim mesmo, mas sou porque tento enfrentar a vida com bom humor, apesar de todas as pressões e obstáculos, as turbulências e momentos de pânico.
Apesar de ser jornalista, acho que sempre mantive essa juventude no caráter, pois gosto de brincar com o que a vida me oferece, mesmo lidando com coisas sérias constantemente. No final, gostei da conversa e aumentei minha esperança de que, algum dia, esse mundo possa vir a ser formado por garotões como eu, pois assim não teríamos tanta corrupção, miséria, intolerância e violência. Um abraço a essa pessoa tão especial que soube me definir.
segunda-feira, outubro 23, 2006
Observatório
Por que?
Até agora estou tentando descobrir por que o grupo empresarial da família Castro suspendeu a continuação do House Sessions, festival de música eletrônica iniciado há pouco mais de uma semana na casa Corsário e que, na minha modesta opinião, estava agradando bastante. A nota enviada pela colega Pollyana Woida não esclareceu muito e o meu amigo Émerson Castro até agora também não falou nada... estranho e de se lamentar, pois eu fui na primeira noite e fiquei bastante entusiasmado afinal, não é sempre que se tem um festival de música eletrônica nessa terrinha dominada pelo lixo do forró e similares.
Tira
Por falar nisso, quero lembrar aqui a alguns colegas da imprensa eletrônica que o festival House Sessions foi suspenso, ou seja, não precisam mais deixar aquele banner flutuante no navegador dando conta da festa. Acabou, pessoal... acabou. Por favor, tirem o banner e parem de poluir os seus sites. Os internautas agradecem.
Carlão
A Justiça de Rondônia está deixando bem claro que vai fazer o possível e o impossível para manter o deputado estadual Carlão de Oliveira (PSL – Alta Floresta) mais um bom tempo na prisão. Na semana passada, desdenharam de novos pedidos de soltura do presidente afastado da ALE. Hoje, numa votação apertada, reconheceram o pedido da Assembléia, que pede sua tutela em conformidade com a Lei Estadual. Contudo, para a maioria dos desembargadores, nem mesmo essa lei poderá beneficiar Carlão pois, para eles, Carlão é Carlão e pronto... e revoguem-se todas as disposições em contrário. Nem mesmo o manifesto de alguns servidores do Legislativo pouco antes da apreciação do pleno foi suficiente para fazer os magistrados aliviarem com o homem.
Fraude
Por falar em justiça, o jornalista Roberto Kuppé, em contato por telefone na noite de domingo, disse que está tranqüilo quanto ao caso de suposta fraude na eleição em Rondônia. Kuppé garantiu que possui a consciência limpa e que está prestando um serviço para a moralidade nacional. Ele informou ainda que o caso não se restringe apenas à Rondônia, mas no próprio Distrito Federal. Com essas informações, fica ainda mais latente o sentimento de desconfiança com a chama Justiça Eleitoral, que nunca prende ninguém e parece ser a filha mais cega da Deusa Temis.
Jornalista
Jornalista O vereador de Porto Velho e recém-eleito deputado estadual Walter Araújo pode até ter uma carreira política brilhante daqui para frente como parlamentar estadual, federal ou seja lá o que for. Apesar de todo o trabalho e empatia que ele possa ter ou vir a ter com seus eleitores e público em geral, infelizmente poderá comprometer essa popularidade por causa de sua suposta assessora de imprensa. Nem sei o nome da mocinha, mas já sei que ela exibe uma arrogância singular no que se refere aos colegas de mídia. Em um rápido bate papo com um dos editores mais conhecidos deste Estado, a jovem simplesmente desafiou o veterano a credibilizar sua atuação como jornalista. Para ela, se o cidadão não possui curso superior em Comunicação Social ou Jornalismo, não serve para nada. Provisionado para esta lindinha é sinônimo de fraude, genérico ou picareta. O problema é que ela esquece que mesmo com o dito diploma, ninguém poderá exercer (legalmente) a profissão se não possuir aquela famosa carteira expedida pela Fenaj e entregue nos sindicatos da categoria. Por que será que eu não pego uma gata dessas para debater o assunto? Eu não tenho essas sortes... Se quiser, o MSN é rondineligonzalezfc@hotmail.com .
Até agora estou tentando descobrir por que o grupo empresarial da família Castro suspendeu a continuação do House Sessions, festival de música eletrônica iniciado há pouco mais de uma semana na casa Corsário e que, na minha modesta opinião, estava agradando bastante. A nota enviada pela colega Pollyana Woida não esclareceu muito e o meu amigo Émerson Castro até agora também não falou nada... estranho e de se lamentar, pois eu fui na primeira noite e fiquei bastante entusiasmado afinal, não é sempre que se tem um festival de música eletrônica nessa terrinha dominada pelo lixo do forró e similares.
Tira
Por falar nisso, quero lembrar aqui a alguns colegas da imprensa eletrônica que o festival House Sessions foi suspenso, ou seja, não precisam mais deixar aquele banner flutuante no navegador dando conta da festa. Acabou, pessoal... acabou. Por favor, tirem o banner e parem de poluir os seus sites. Os internautas agradecem.
Carlão
A Justiça de Rondônia está deixando bem claro que vai fazer o possível e o impossível para manter o deputado estadual Carlão de Oliveira (PSL – Alta Floresta) mais um bom tempo na prisão. Na semana passada, desdenharam de novos pedidos de soltura do presidente afastado da ALE. Hoje, numa votação apertada, reconheceram o pedido da Assembléia, que pede sua tutela em conformidade com a Lei Estadual. Contudo, para a maioria dos desembargadores, nem mesmo essa lei poderá beneficiar Carlão pois, para eles, Carlão é Carlão e pronto... e revoguem-se todas as disposições em contrário. Nem mesmo o manifesto de alguns servidores do Legislativo pouco antes da apreciação do pleno foi suficiente para fazer os magistrados aliviarem com o homem.
Fraude
Por falar em justiça, o jornalista Roberto Kuppé, em contato por telefone na noite de domingo, disse que está tranqüilo quanto ao caso de suposta fraude na eleição em Rondônia. Kuppé garantiu que possui a consciência limpa e que está prestando um serviço para a moralidade nacional. Ele informou ainda que o caso não se restringe apenas à Rondônia, mas no próprio Distrito Federal. Com essas informações, fica ainda mais latente o sentimento de desconfiança com a chama Justiça Eleitoral, que nunca prende ninguém e parece ser a filha mais cega da Deusa Temis.
Jornalista
Jornalista O vereador de Porto Velho e recém-eleito deputado estadual Walter Araújo pode até ter uma carreira política brilhante daqui para frente como parlamentar estadual, federal ou seja lá o que for. Apesar de todo o trabalho e empatia que ele possa ter ou vir a ter com seus eleitores e público em geral, infelizmente poderá comprometer essa popularidade por causa de sua suposta assessora de imprensa. Nem sei o nome da mocinha, mas já sei que ela exibe uma arrogância singular no que se refere aos colegas de mídia. Em um rápido bate papo com um dos editores mais conhecidos deste Estado, a jovem simplesmente desafiou o veterano a credibilizar sua atuação como jornalista. Para ela, se o cidadão não possui curso superior em Comunicação Social ou Jornalismo, não serve para nada. Provisionado para esta lindinha é sinônimo de fraude, genérico ou picareta. O problema é que ela esquece que mesmo com o dito diploma, ninguém poderá exercer (legalmente) a profissão se não possuir aquela famosa carteira expedida pela Fenaj e entregue nos sindicatos da categoria. Por que será que eu não pego uma gata dessas para debater o assunto? Eu não tenho essas sortes... Se quiser, o MSN é rondineligonzalezfc@hotmail.com .
quarta-feira, outubro 18, 2006
Queima!!!
Aviso aos navegantes: Não sei de nada a respeito de Paulo Andreoli e suas supostas negociações publicitárias. Pouco me importa o que o colega faz em sua vida empresarial... não dou a mínimia. O que falei aqui sobre o colega foi sobre uma dúvida minha quanto ao seu temperamento junto aos jornalistas, apenas isso. Mas isso também já é passado. Depois daquela nota parece que "forças ocultas" resolveram atacá-lo pelas costas, criando um blog em sua "homenagem" e ainda postando o link do mesmo em comentários aqui no meu blog. Todos foram deletados, claro. Isso é para mostrar que não compartilho desta brincadeira sem graça. No mais, espero que parem de me fazer perguntas sobre o colega, pois garanto que o conheço pouco e esse pouco não é o suficiente para acusá-lo de algo muito grave. Se ele errou em fazer alguma coisa, acho que até se arrependeu, pois mexer com imprensa não é fácil. Portanto, chega de perguntas e respostas sobre Paulo Andreoli aqui neste blog... até segunda ordem, claro.
domingo, outubro 15, 2006
Nota de repúdio!
São 15h46 de domingo, dia 15 de outubro. Estou num maldita lan house aqui da Avenida Jatuarana rodeado de "aborrecentes" e sem poder dar uma tragada no cigarro. A droga do meu computador não quer ligar e tenho receio que a placa mãe tenha ido pro saco! A verdade é que se posso chegar ao ponto de pagar R$ 2,00 para ficar uma hora na internet dentro desta lan repleta de ninfetas e garotos-problemas, algo de muito importante me levou a isso. Sim, estou aqui para levar a público meu repúdio com o texto que escreveram neste blog falando sobre como tratar as mulheres. Posso garantir que não tive nada a ver com aquela missiva (que já até tirei do ar) e não concordo 100% com o que o cara escreveu. Todo mundo sabe que não existe segurança plena de dados na internet e que o login e a senha de uma pessoa podem facilmente ser copiados e utilizados para fins malignos. Pude ler o texto grande e vi que o cara até copiou meu estilo... parece saber também utilizar as palavras e escreve um texto tomado pela emoção. Mas o pior foi ver alguns comentários que fizeram sobre o texto e, obviamente, desclassificando este blogueiro. Tudo bem, estou sendo vítima de sabotagem e colhendo os frutos de um plano ardiloso e cruel... É sabido de minha parte que nem todos vocês vão acreditar no que estou falando agora, mas posso garantir que não faria aquilo. Bom, não me importa se acreditam ou não... posso viver sem isso. Aos que acreditam, mando um abraço e agradeço pela credibilidade... é tudo o que ainda me resta.
sexta-feira, outubro 13, 2006
Quero entender Paulo Andreolli
Como bom jornalista e um dos diretores do Sindicato, quero abordar aqui alguns detalhes que me chamam a atenção no comportamento do publicitário e recém-formado em Jornalismo Paulo Andreolli, dono do site Rondoniaovivo. O colega me parece um cara boa praça e sempre me tratou com simpatia e respeito. Até agora mantemos um relacionamento de coleguismo e digo que sou um dos admiradores de seus textos, especialmente os do seu blog. Sou capaz de dizer que ele é o único blogueiro jornalista deste Estado que realmente pode competir comigo nos quesitos coragem, bom humor e franqueza. Mas, apesar de abrir um sorriso de concordância com algumas de suas opiniões, muitas vezes sou surpreendido por uma atuação nebulosa do amigo, já que, em certo momento, ele parece ser do lado dos verdadeiros jornalistas e que adota o coleguismo e, em seguida, se mostra um cidadão arisco e amargurado com alguns colegas de profissão que não seguem sua doutrina que, segundo ele, é de ética plena e de um jornalismo apaixonado. Vejam agora exemplos claros de contraste deste que - se abrir os olhos para a realidade do jornalismo tupiniquim - pode vir a ser um dos maiores jornalistas desta região.
1) No carnaval deste ano, Andreolli ficou, por vários minutos, conversando comigo e (pasmém) com o presidente do Sinjor, Marcos Gruztmacher, que todos diziam ser seu desafeto declarado. Até aí, tudo bem, já que isso estimularia a reaproximação dos dois e representaria um fio de esperança para integrar a categoria.
2) Mas, alguns meses depois, Andreolli publicou em seu blog que estava retornado com um panfleto de sua autoria e que, desta vez, estaria disposto a bater de frente com o sindicato da categoria, fazendo assim todos acreditarem que o Sinjor era um legítimo tirano e perseguidor das minorias.
3) Mas Andreolli volta a me surpreender dizendo, também em seu blog, que todo o cidadão que for abordado por um suposto jornalista, deve exigir que o mesmo apresente a carteirinha aprovada pela Fenaj, a famosa e tão desejada DRT. Ponto para ele, que mostrava a preocupação com a questão da ilegalidade e a invasão dos jornalistas genéricos. Contudo, eu mesmo não sei dizer se ele tem a carteira. Se não a tiver, torço para que tire bem rápido.
4) Para finalizar, o colega Paulo Andreolli mostrou toda sua cólera acumulada ao publicar, em seu site, uma lista onde aparecem os nomes de dezenas de jornalistas de Porto Velho e interior. Não satisfeito, ele repetiu a dose esta semana e, provavelmente, deve acreditar que está prestando um gigantesco serviço para a ética e moral dos profissionais de mídia. O meu nome estava lá, mas não quero entrar em detalhes porque nem toda a minha vida deve ser colocada à disposição do público, a não ser que este mesmo público comece a pagar minhas contas. E fico a me indagar se o nome deste colega estivesse incluído em alguma lista, considerada pejorativa, ele a publicaria e ainda a repetiria.
5) Para deixar bem claro, não estou aqui destilando nenhum veneno ou sentimento de revolta, mas quero deixar latente meu desapontamento com essa atuação desleal e bastante tendenciosa do colega que, certa vez, entrevistei por telefone quando eu ainda trabalhava no O Estadão do Norte. Leio seu blog diariamente e, involuntariamente, estou fazendo um "mechan" pra ele agora. Parabenizo-o pelos seus textos (que muitas vezes acompanham minhas opiniões) mas, lamento pela falta de bom senso em atingir justamente aqueles que poderão o acompanhar de agora em diante e que podem ajudá-lo muito a participar plenamente deste mundo chamado imprensa. Sem ressentimentos, ainda é meu considerado mas... está na hora de rever seus conceitos sobre ser a "palmatória do mundo" na imprensa rondoniense. Já agi assim como ele no começo, mas logo aprendi que nem tudo é como gostaríamos que fosse.
Sucesso e juízo, daqui pra frente... colega!
1) No carnaval deste ano, Andreolli ficou, por vários minutos, conversando comigo e (pasmém) com o presidente do Sinjor, Marcos Gruztmacher, que todos diziam ser seu desafeto declarado. Até aí, tudo bem, já que isso estimularia a reaproximação dos dois e representaria um fio de esperança para integrar a categoria.
2) Mas, alguns meses depois, Andreolli publicou em seu blog que estava retornado com um panfleto de sua autoria e que, desta vez, estaria disposto a bater de frente com o sindicato da categoria, fazendo assim todos acreditarem que o Sinjor era um legítimo tirano e perseguidor das minorias.
3) Mas Andreolli volta a me surpreender dizendo, também em seu blog, que todo o cidadão que for abordado por um suposto jornalista, deve exigir que o mesmo apresente a carteirinha aprovada pela Fenaj, a famosa e tão desejada DRT. Ponto para ele, que mostrava a preocupação com a questão da ilegalidade e a invasão dos jornalistas genéricos. Contudo, eu mesmo não sei dizer se ele tem a carteira. Se não a tiver, torço para que tire bem rápido.
4) Para finalizar, o colega Paulo Andreolli mostrou toda sua cólera acumulada ao publicar, em seu site, uma lista onde aparecem os nomes de dezenas de jornalistas de Porto Velho e interior. Não satisfeito, ele repetiu a dose esta semana e, provavelmente, deve acreditar que está prestando um gigantesco serviço para a ética e moral dos profissionais de mídia. O meu nome estava lá, mas não quero entrar em detalhes porque nem toda a minha vida deve ser colocada à disposição do público, a não ser que este mesmo público comece a pagar minhas contas. E fico a me indagar se o nome deste colega estivesse incluído em alguma lista, considerada pejorativa, ele a publicaria e ainda a repetiria.
5) Para deixar bem claro, não estou aqui destilando nenhum veneno ou sentimento de revolta, mas quero deixar latente meu desapontamento com essa atuação desleal e bastante tendenciosa do colega que, certa vez, entrevistei por telefone quando eu ainda trabalhava no O Estadão do Norte. Leio seu blog diariamente e, involuntariamente, estou fazendo um "mechan" pra ele agora. Parabenizo-o pelos seus textos (que muitas vezes acompanham minhas opiniões) mas, lamento pela falta de bom senso em atingir justamente aqueles que poderão o acompanhar de agora em diante e que podem ajudá-lo muito a participar plenamente deste mundo chamado imprensa. Sem ressentimentos, ainda é meu considerado mas... está na hora de rever seus conceitos sobre ser a "palmatória do mundo" na imprensa rondoniense. Já agi assim como ele no começo, mas logo aprendi que nem tudo é como gostaríamos que fosse.
Sucesso e juízo, daqui pra frente... colega!
O profeta
O título acima se refere à recente profecia dada pelo colega Roberto Kuppé acerca de supostas fraudes nas eleições de 2004, para Prefeito de Porto Velho, e agora, em 2006, nas eleições gerais. Ninguém sabe ao certo se ele possui ou não as evidências que comprovem a fraude e, se não a tiver, pode passar por uma de louco e até ser preso pela Polícia Federal. Contudo, se o amigo estiver certo, poderá se tornar um herói por desmascarar um dos maiores escândalos do mundo, já que essa fraude, se aconteceu aqui, poderia muito bem ter acontecido nos demais Estados. Nessa hora, não sei se rezo para ele estar certo e mostrar a realidade dos fatos ou para ele estar errado, me fazendo acreditar que ainda existe esperança na justiça e na ética. De qualquer forma, desejo boa sorte a esse renomado batalhador e um dos jornalistas que representa bem a imprensa rondoniense no cenário nacional. Podem até chamá-lo de louco, mas que o cara é um revolucionário disso não tenho dúvidas.
quinta-feira, outubro 12, 2006
Celebridades
Maurício de Souza, Adércio Dias e Sandra Santos. Estes são três exemplos claros de uma realidade considerada por mim, ainda inacreditável. Essas três pessoas simplesmente fizeram comentários neste blog. Obviamente que o primeiro não é o desenhista mais conhecido do Brasil tampouco o pai da Mônica e sua turma. Ele usou esse nome para achincalhar a colega Yalle Dantas e mostrar toda sua mágoa com um relacionamento que nem eu nem os demais leitores deste humilde blog têm a ver. Me parece que ele é tão exigente com as mulheres que deve dormir com um travesseiro estampado com o rosto da Júlia Roberts e em sua parede deve haver vários pôsteres da Angelina Jolie ou da Jéssica Alba. É um gosto refinado e diria, até utópico demais para um homem que mora na Capital de um Estado que só é famoso nesta República por conta dos escândalos de seus políticos. Ironias à parte, Adércio Dias, um dos mais bacanas jornalistas desta cidade (assessor de imprensa do Sintero) deixou claro seu repúdio com o forró e engrossou a fila dos amantes da boa música, representada na imprensa local por feras como Gessi Taborda, Nelson Townes, Nonato Cruz, Marcos Tóia, Marcelo Gladson, Walmir Miranda e outros remanescentes de uma cultura há muito deixada de escanteio. Um abraço ao amigo Adércio. Mas, para minha maior surpresa a apresentadora e radialista Sandra Santos (pasmem!) deu seu depoimento neste diário virtual, justamente criado por um antigo entrevistado dela. Sim, ela me entrevistou há alguns anos, num programa diário que ela tinha ainda pela TV Meridional (ou era Allamanda?) e que tinha um pato atrás do sofá. Fui celebridade por um dia no programa desta bela morena e de voz poderosa só porque eu fazia charges no jornal O Estadão do Norte. Depois disso nos encontramos algumas vezes pelas festas direcionadas aos funcionários de mídia e ela parecia não me reconhecer. Fiquei triste, claro, até porque sempre fui fã desta gata, desde a época em que liderava um programa na FM 93,3 (ou era Clube Cidade?). Bom, a verdade é que estou espantado ainda mas, ao mesmo tempo, bastante vaidoso por tamanha atenção de gente tão legal e que considero ícones desta cidade. Deixo aqui (e não poderia ser diferente) minha deferência às demais pessoas que deixam seus comentários aqui, até mesmo aquelas que insistem em não se identificar. Um beijo no coração de todos e, só posso dizer uma coisa: Nunca pensei que a internet poderia ser tão interessante e divertida. Espero que mais celebridades apareçam neste espaço virtual... Oprah Winfrey que se cuide (Forçou!).
terça-feira, outubro 10, 2006
De terno e gravata
Trabalhar com política não é fácil, especialmente porque você tem que se virar para vestir um terno preto e uma camisa bonita por baixo para adentrar em locais que jamais imaginaria que estaria. Na Assembléia Legislativa é assim, pelo menos em dias de sessão, algo que pode até dar medo a quem nunca viu de perto uma votação de projetos ou a decisão de planos que interferem na vida de milhares de pessoas. Quem acreditaria que um dia eu poderia estar envolto em um terno... é só ver a foto nova do blog.
segunda-feira, outubro 09, 2006
O império do lixo e os heróis do bom gosto
A cidade de Porto Velho vem sendo uma das mais fervorosas devotas de uma cultura depreciante que invadiu todas as partes do Brasil e até ultrapassou fronteiras devido ao seu ritmo aloprado aliado a letras apológicas ao sexo banalizado, o forró.
Diariamente nos deparamos com anúncios e matérias na mídia local dando conta de um ou outro evento que vai ser realizado em uma das muitas casas de forró que estão espalhadas pela Capital. São cenas de horror para quem tem um gosto musical requintado ou pelo menos preza pela decência do ser humano – coisa que deve ser passada em frente para os filhos que formarão a futura sociedade brasileira. É uma situação de intenso vexame, estimulada por pessoas que não dão a mínima para a questão cultural e que só querem saber de lucros e ganhos pessoais. Invadem nossas casas através da televisão, rádio e até internet. Empurram goela abaixo bandas cretinas como Calypso, Calcinha Preta e similares... comida podre, como se fosse lavagem dada aos porcos.
O pior é que a mente desta população está tão deturpada pelo ritmo caótico do forró que não se dá conta de que eles (os ditos fãs) estão sendo, mais uma vez, manipulados pela massificante mídia do showbizz degradante, que volta a ser o centro das discussões entre especialistas que ainda tentam minimizar os estragos feitos na sociedade através de letras que vão desde “A Virgem”, passando pela “Rapariga” e chegando à “Lapada na Rachada”.
Em Porto Velho as concentrações deste público fantoche é cada vez maior, especialmente nas conhecidas casas Papo D’Skina, Urubu com Chicória, Forasteiro e Companhia do Forró. São templos da perdição que elevam o espírito derrotado de gente mal amada, infeliz, desempregados e que não conseguem sair de uma vida miserável que é formada pela segregação, falta de perspectivas e azar em qualquer relacionamento com pessoas de um gosto mais elevado.
Mas, como não se pode ir contra o gosto individual e coletivo, o que há de fazer é apenas alertar esses jovens e adultos de que eles estão com várias cordinhas nos braços e pernas e que são manipulados por uma grande mão chamada Mercado da Imundície, ou forró comercial, se preferir.
No mais, só posso destacar o empenho de empresários como Emerson Castro, que recentemente recuperou o seu espírito de amante da boa música e trouxe excelentes cantores e intérpretes para a Capital. Ele ainda é um dos responsáveis pelo início de um mês inteiro de música eletrônica que vai acontecer, todos os sábados, na casa Corsário. São DJ’s expoentes da dançante música psicodélica, com performances aplaudidas em todos os palcos. Outra que merece um destaque é a dona Márcia Mourão, do Zé Beer. Ela tem mostrado competência e pura sensibilidade em oferecer ao público produções simpáticas, dançantes e até shows de renome, como foi o caso de Lobão, neste final de semana. Por fora corre o jovem Gérson, do pub Informal, no Centro da cidade. Apesar de seu estabelecimento ser pequeno para um povo que paga caro para ter um bom ambiente ao redor, ele minimiza essa falha com uma simpatia latente em seu atendimento.
Por fim, para não deixar de o ser, quero deixar aqui meus sinceros votos de repúdio ao lixo chamado forró e uma lágrima de pena aos milhares de rondonienses que ainda “acham” que gostam desse ritmo, mas não acordam para a verdadeira situação de promiscuidade gratuita que o envolve. Diversão passageira é para os tolos e fracos. Eu quero é a felicidade constante, com uma boa música ao fundo.
Diariamente nos deparamos com anúncios e matérias na mídia local dando conta de um ou outro evento que vai ser realizado em uma das muitas casas de forró que estão espalhadas pela Capital. São cenas de horror para quem tem um gosto musical requintado ou pelo menos preza pela decência do ser humano – coisa que deve ser passada em frente para os filhos que formarão a futura sociedade brasileira. É uma situação de intenso vexame, estimulada por pessoas que não dão a mínima para a questão cultural e que só querem saber de lucros e ganhos pessoais. Invadem nossas casas através da televisão, rádio e até internet. Empurram goela abaixo bandas cretinas como Calypso, Calcinha Preta e similares... comida podre, como se fosse lavagem dada aos porcos.
O pior é que a mente desta população está tão deturpada pelo ritmo caótico do forró que não se dá conta de que eles (os ditos fãs) estão sendo, mais uma vez, manipulados pela massificante mídia do showbizz degradante, que volta a ser o centro das discussões entre especialistas que ainda tentam minimizar os estragos feitos na sociedade através de letras que vão desde “A Virgem”, passando pela “Rapariga” e chegando à “Lapada na Rachada”.
Em Porto Velho as concentrações deste público fantoche é cada vez maior, especialmente nas conhecidas casas Papo D’Skina, Urubu com Chicória, Forasteiro e Companhia do Forró. São templos da perdição que elevam o espírito derrotado de gente mal amada, infeliz, desempregados e que não conseguem sair de uma vida miserável que é formada pela segregação, falta de perspectivas e azar em qualquer relacionamento com pessoas de um gosto mais elevado.
Mas, como não se pode ir contra o gosto individual e coletivo, o que há de fazer é apenas alertar esses jovens e adultos de que eles estão com várias cordinhas nos braços e pernas e que são manipulados por uma grande mão chamada Mercado da Imundície, ou forró comercial, se preferir.
No mais, só posso destacar o empenho de empresários como Emerson Castro, que recentemente recuperou o seu espírito de amante da boa música e trouxe excelentes cantores e intérpretes para a Capital. Ele ainda é um dos responsáveis pelo início de um mês inteiro de música eletrônica que vai acontecer, todos os sábados, na casa Corsário. São DJ’s expoentes da dançante música psicodélica, com performances aplaudidas em todos os palcos. Outra que merece um destaque é a dona Márcia Mourão, do Zé Beer. Ela tem mostrado competência e pura sensibilidade em oferecer ao público produções simpáticas, dançantes e até shows de renome, como foi o caso de Lobão, neste final de semana. Por fora corre o jovem Gérson, do pub Informal, no Centro da cidade. Apesar de seu estabelecimento ser pequeno para um povo que paga caro para ter um bom ambiente ao redor, ele minimiza essa falha com uma simpatia latente em seu atendimento.
Por fim, para não deixar de o ser, quero deixar aqui meus sinceros votos de repúdio ao lixo chamado forró e uma lágrima de pena aos milhares de rondonienses que ainda “acham” que gostam desse ritmo, mas não acordam para a verdadeira situação de promiscuidade gratuita que o envolve. Diversão passageira é para os tolos e fracos. Eu quero é a felicidade constante, com uma boa música ao fundo.
sexta-feira, outubro 06, 2006
Confirmado: Mulher dá Ibope!
Há quase um ano comecei a publicar os "posts" deste blog e sempre com o pensamento de falar aqui o que eu não podia nos locais onde trabalho. No entanto, jamais pensaria que o blog seria tão popular a ponto de ultrapassar fronteiras e ter uma recepção tão cordial. O ponto alto se deu mesmo em dois momentos diferentes, mas abordando o mesmo assunto: mulher. A primeira foi com a AMBAS (Associação das Mulheres em Busca de Amor e/ou Sexo), formada por jornalistas locais que se uniram para discutir, de forma bem humorada, o enigma por trás da conquista definitiva de um homem para a vida inteira. Recebi inúmeros comentários, até mesmo de gente de outro Estado. Foi polêmico, divertido e que gerou a curiosidade absurda de homens e mulheres dentro e fora do jornalismo. Alguns repudiaram a iniciativa das "panteras de vanguarda" mas a maioria adorou a idéia e quis, a todo custo, conhecer essas lindas que se diziam desestimuladas com a falta de um amor sincero e duradouro. Nesta semana o caso se repetiu. Bastou a colega Yalle Dantas ser colocada em prosa e verso aqui no blog para chover comentários. Fico a pensar que ela é mais popular que o blog e seu ator (e duvidar é perigoso no caso dela). A maioria dos "comentaristas" votou com o relator e deixou a pequena lá em cima. Houve, é claro, quem minimizou os elogios e até criticou a gata. Um outro ainda acredita que perdi um bom tempo do meu dia fazendo o texto para cortejar a jornalista porque eu teria segundas intenções (Ora, um paquito não precisa de tanto para agarrar a sua presa). No conjunto da obra, fiquei muito satisfeito com os elogios a ela e a mim e retribuo-os com um grande abraço virtual deste modesto escriba. Mas (e sempre existe um "mas") eu peço, eu imploro: Ao enviar os comentários, pelo Pai Nosso que Estais no Céu, tentem evitar os erros de digitação e de Português. Não sou nenhum Imortal da Academia Brasileira de Letras mas, pôxa, dói até a mente ver erros grotestos em poucas linhas. Tudo bem que estamos na internet e os erros poderiam ser considerados, mas ler poucas linhas cheias de erros é deprimente. Se eu me policio quanto a isso, façam o mesmo. Não vão querer ouvir da concorrência que só quem lê este blog são analfabetos. Dado o recado, um abraço a todos e, mandem sugestões de posts, afinal, não tô ganhando nenhum centavo com isso aqui... Fui!
quinta-feira, outubro 05, 2006
Estou me sentindo lesado...
Ontem disse aqui no blog que sou um dos maiores consumidores de DVD pirata, mas não disse que defendo a prática da adulteração, pois queira ou não, é uma forma de se aproveitar do talento alheio de maneira criminosa. Cometo o meu crime de comprar, mas aí, só farei mal a mim mesmo e ao meu patrimônio. Hoje (05.10), Deus parece ter me castigado, pois colocou em meu caminho pessoas mal intencionadas que insistem em se aproveitar do meu trabalho em benefício próprio. Refiro-me à charge que fiz para o site O Observador e que cedi os direitos de divulgação também para o TudoRondônia. Só que, para minha triste surpresa, um outro site, deliberadamente, republicou a arte (que demorei três horas para fazer) sem me pagar ou sequer me consultar. Será que essas pessoas nunca ouviram falar dos direitos autorais e intelectuais protegidos pela Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998? Acho que não. Geralmente quem faz isso é gente com a massa cinzenta do tamanho de uma ervilha e o caráter de uma raposa. Brincadeira...
quarta-feira, outubro 04, 2006
Mas onde foi que ela errou? (de novo!)
A jornalista e amiga Yalle Dantas, do Rondoniagora (e que já passou por quase todas as redações de Porto Velho) lançou um desafio a este pequeno blogueiro: quer que eu consiga decifrar o mistério por trás das “fugas” de seus parceiros ou até mesmo a má sorte que os acompanha quando tentam um relacionamento mais duradouro com a pequena paquita. Ela, obviamente, me incitou ao dizer que sou um homem inteligente e que poderia ter alguma experiência que me capacitasse a dar uma de Sigmund Freud das neuras do amor. Ora, aceitei na hora, pois não fujo de desafios. Contudo, não sabia onde encontrar respostas. Comecei então a ler os depoimentos apaixonados e arrebatadores de seus amigos no Orkut. Amigos estes que me parecem leais e sinceros à jovem. Colhi cada palavra, frases e parágrafos inteiros de elogios aliados a colocações bem humoradas. Coloquei ainda uma boa pitada de depoimentos e boatos que já ouvi dessa que é uma das mais carismáticas repórteres desta terrinha. Por fim, resolvi incrementar tudo com o que sei sobre esta linda loira (ela está loira, sei lá...) e que acompanhei pessoalmente. Depois de tudo misturado, finalmente criei um relatório sobre o que pode determinar o que ela chama de “maré ruim” com os homens, pois quando eles não fogem dela, acabam perecendo (literalmente) por amá-la plenamente. Posso adiantar que não acompanhei cada passo dos relacionamentos dela, tampouco vivencio seu dia a dia - até porque ela se mantém à distância por algum tempo. Sendo assim, o que tenho a dizer é que:
1) É bonita, sensual, inteligente, bem humorada, independente e bem resolvida sobre tudo. Então, seria algo quase perfeito para o homem mais exigente.
2) Como jornalista, demonstra sua verdadeira personalidade: forte, segura, determinada, justa e equilibrada, sempre em prol do bem comum. Mais um ponto para a pequena notável.
3) Bebe e fuma com freqüência, algo que evidencia sua condição humana, pois ninguém é perfeito demais. E quem não gostar desse detalhe nem tente continuar a ler este artigo escrito por um amante das coisas boas da vida. Mais um ponto para paquita.
4) É tida como uma amiga sincera de quem ela quer gostar e que a faça feliz. Porém, poucos entram nesta lista. É seletiva quanto a isso e seu fã clube deve ser formado por vencedores e pessoas que têm algo de bom a oferecer e acrescentar. Meio ponto pela exigência de critérios, mas meio ponto descontado pelo exagero!
5) Ouvi dizer que ela adora amar e ser amada, mas não gosta de ser traída ou ser alvo de mentiras. Até aí tudo bem, quem não quer algo assim? Ela é apaixonada pela vida, gosta de andar de mãos dadas e beijar em público, mas parece equilibrar as coisas para não criar situações de constrangimento popular com seu parceiro. Mais um pontinho, vai...
6) É mãe, mas não sei se é uma Amélia como tal. De qualquer forma, ela parece idolatrar o filho, portanto, deve ser uma boa mãe (quando está em casa). Poderia ser melhor, mas a profissão a impede desse convívio constante... e as farras também mas, em nome de Deus, ela é humana! Mais 0,75 pontos!
7) Certa vez vi Yalle calada enquanto sua irmã esbravejava não sei por que. Fiquei pensando: “Ela não é de ficar calada... a não ser que realmente esteja errada”. Mais uma vez mostrou que parece com alguém que conheço (eu). Mais um ponto pela sensatez de ouvir e meio ponto a menos por não se policiar um pouco mais.
8) Tem gosto musical requintando e adora cantar... e canta bem. Não é nenhuma Ivonete Gomes, que dá shows à parte, mas é de extremo bom gosto. Nesse quesito ela leva um 10 e revoguem-se todas as disposições em contrário!
9) Quanto ao sexo, bom, não sei dizer... não experimentei para dar um depoimento. Mas fantasiar não custa nada. Pode ser uma romântica extremista ou então uma pervertida devoradora de homens... só seus parceiros que podem dizer. Assim, essa eu pulo sem notas.
10) É natural do Pará, terra natal do meu querido pai, terra de gente boa e faz parte da região Norte. Além disso, é protetora de Rondônia, ama esta terra e a defende com unhas e dentes, assim como seu povo. Nota 10 de novo.
Passados esses 10 itens, não dou a mínima de quanto ficou a somatória. Só digo que ela é humana e uma das melhores de nossa espécie. Como homem, adoraria poder ser um de seus parceiros (e quem não gostaria?) e assim, poderia deduzir mais claramente o porquê da lindinha não conseguir segurar um espécime macho por muito tempo. Há uma máxima que diz que mulheres bonitas e de personalidade forte assustam os homens. Parece que a cultura masculina é lidar com fêmeas submissas, fracas, estúpidas e insossas. Realmente, Yalle Dantas é surpreendente, uma popstar! Mas, toda estrela traz consigo as mazelas da popularidade. Como disse o Tio Ben ao Peter Parker (Homem-Aranha): “Com grandes poderes, você carrega grandes responsabilidades”.
Sei lá... só posso dizer que, para permanecer num relacionamento vigoroso e formado pela cumplicidade, a Yalle, eu ou você que está lendo este longo depoimento tem que ser legítimo. Seja o que você é, não crie personagens para agradar a alguém. Ame de verdade, se entregue, seja sincero e, se não puder ser fiel, seja leal, respeite a pessoa para ser respeitado. Ufa! (Acabei não ajudando muito, não foi?)
1) É bonita, sensual, inteligente, bem humorada, independente e bem resolvida sobre tudo. Então, seria algo quase perfeito para o homem mais exigente.
2) Como jornalista, demonstra sua verdadeira personalidade: forte, segura, determinada, justa e equilibrada, sempre em prol do bem comum. Mais um ponto para a pequena notável.
3) Bebe e fuma com freqüência, algo que evidencia sua condição humana, pois ninguém é perfeito demais. E quem não gostar desse detalhe nem tente continuar a ler este artigo escrito por um amante das coisas boas da vida. Mais um ponto para paquita.
4) É tida como uma amiga sincera de quem ela quer gostar e que a faça feliz. Porém, poucos entram nesta lista. É seletiva quanto a isso e seu fã clube deve ser formado por vencedores e pessoas que têm algo de bom a oferecer e acrescentar. Meio ponto pela exigência de critérios, mas meio ponto descontado pelo exagero!
5) Ouvi dizer que ela adora amar e ser amada, mas não gosta de ser traída ou ser alvo de mentiras. Até aí tudo bem, quem não quer algo assim? Ela é apaixonada pela vida, gosta de andar de mãos dadas e beijar em público, mas parece equilibrar as coisas para não criar situações de constrangimento popular com seu parceiro. Mais um pontinho, vai...
6) É mãe, mas não sei se é uma Amélia como tal. De qualquer forma, ela parece idolatrar o filho, portanto, deve ser uma boa mãe (quando está em casa). Poderia ser melhor, mas a profissão a impede desse convívio constante... e as farras também mas, em nome de Deus, ela é humana! Mais 0,75 pontos!
7) Certa vez vi Yalle calada enquanto sua irmã esbravejava não sei por que. Fiquei pensando: “Ela não é de ficar calada... a não ser que realmente esteja errada”. Mais uma vez mostrou que parece com alguém que conheço (eu). Mais um ponto pela sensatez de ouvir e meio ponto a menos por não se policiar um pouco mais.
8) Tem gosto musical requintando e adora cantar... e canta bem. Não é nenhuma Ivonete Gomes, que dá shows à parte, mas é de extremo bom gosto. Nesse quesito ela leva um 10 e revoguem-se todas as disposições em contrário!
9) Quanto ao sexo, bom, não sei dizer... não experimentei para dar um depoimento. Mas fantasiar não custa nada. Pode ser uma romântica extremista ou então uma pervertida devoradora de homens... só seus parceiros que podem dizer. Assim, essa eu pulo sem notas.
10) É natural do Pará, terra natal do meu querido pai, terra de gente boa e faz parte da região Norte. Além disso, é protetora de Rondônia, ama esta terra e a defende com unhas e dentes, assim como seu povo. Nota 10 de novo.
Passados esses 10 itens, não dou a mínima de quanto ficou a somatória. Só digo que ela é humana e uma das melhores de nossa espécie. Como homem, adoraria poder ser um de seus parceiros (e quem não gostaria?) e assim, poderia deduzir mais claramente o porquê da lindinha não conseguir segurar um espécime macho por muito tempo. Há uma máxima que diz que mulheres bonitas e de personalidade forte assustam os homens. Parece que a cultura masculina é lidar com fêmeas submissas, fracas, estúpidas e insossas. Realmente, Yalle Dantas é surpreendente, uma popstar! Mas, toda estrela traz consigo as mazelas da popularidade. Como disse o Tio Ben ao Peter Parker (Homem-Aranha): “Com grandes poderes, você carrega grandes responsabilidades”.
Sei lá... só posso dizer que, para permanecer num relacionamento vigoroso e formado pela cumplicidade, a Yalle, eu ou você que está lendo este longo depoimento tem que ser legítimo. Seja o que você é, não crie personagens para agradar a alguém. Ame de verdade, se entregue, seja sincero e, se não puder ser fiel, seja leal, respeite a pessoa para ser respeitado. Ufa! (Acabei não ajudando muito, não foi?)
Eu compro sim!
Comprar DVD pirata é crime! É o que dizem os especialistas do mundo do cinema e do showbizz. É uma declaração óbvia e dura contra a ilegalidade, mas que não tem o efeito necessário justamente porque o povo não dá a mínima para esses preceitos. Ora, quem vai contra uma força tão forte que é amparada pelos próprios críticos? Ou você acha que um Rubens Ewald Filho seria incapaz de comprar um filme pirata? As bancas de DVD pirata estão espalhadas por todos os lados, por todos os cantos das cidades e do interior. É somo se fosse uma praga. Por isso mesmo acredito que não há como combater essa febre, até porque ela é justificada pelos seus autores como a única forma de sustento familiar. Todos compram DVD pirata. Por que eu seria diferente? Aliás, um aparelho de DVD Player está tão barato que vale até a pena usar só pirata e, daqui a um ano, comprar um aparelho novo, ainda mais barato e com recursos mais avançados. Por falar nisso, se pirataria é crime, o que dizer do jogo do bicho, dos camelôs, dos caça-níqueis, dos achaques da imprensa e dos ladrões do dinheiro público? A lei tem que valer pra todos.
terça-feira, outubro 03, 2006
Quem ganhou e quem se deu mal na Eleição 2006 em Rondônia
EM ALTA
* O governador Ivo Cassol que, mesmo sufocado por denúncias que pipocavam de todos os lados, conseguiu uma reeleição esmagadora. Teve quase o dobro de votos da petista Fátima Cleide, que fez uma campanha altamente agressiva contra o atual morador do Palácio Presidente Vargas. Cassol, com essa eleição, vai retirar da mídia o nome do bispo Dom Antônio Possamai, que virou celebridade após bater de frente com os corruptos. O homem do chapéu ainda levou na sua vitória a candidatura do amigo Expedito Júnior para o Senado Federal. Esse não tem do que reclamar.
* Expedito Júnior, que fez dobradinha com Cassol pelo PPS. Expedito começou mal nas pesquisas, mas do meio para o final, confirmou sua popularidade, conquistada pelos pedidos de votos do próprio governador.
* Marinha Raupp se reelegeu pela quarta vez consecutiva. A mulher foi a mais votada do Estado, com mais de 65 mil votos. Nem ela mesma esperava. Como diz o amigo Tóia, essa nem precisa fazer campanha.
* Ivonete Gomes sofreu pesadas críticas após divulgar matéria em que Dom Antônio Possamai (suposto algoz de Cassol) bebia em local público e fazia gestos obscenos. A loira jornalista e o restante do pessoal do Rondoniagora, mesmo sob a desconfiança de todos, viraram o jogo ao apostar tudo em Cassol. É o que no pôquer chamamos de “a mão do morto”.
* Carlão de Oliveira foi preso acusado de ser o líder de uma quadrilha criminosa que roubou mais de 73 milhões de reais dos cofres públicos. Apesar de continuar preso, o presidente afastado da Assembléia Legislativa teve expressiva votação e, se sua candidatura for confirmada pelo TSE, volta à ALE pelos braços do povo.
* Adílson Siqueira ficou em penúltimo lugar para governador mas, como marinheiro de primeira viagem, teve ótima aceitação do eleitor mais estudado. O homem deu um “banho” nos adversários em todos os debates que compareceu e ele e seu partido, o P-Sol, saem fortalecidos desta campanha.
EM BAIXA
* Os principais políticos envolvidos em escândalos de corrupção como propinas e sanguessuga. Entre eles estão Ellen Ruth, Ronilton Capixaba, Beto do Trento, Chico Doido, Edson Gazoni, Everton Leoni, Amarildo Almeida, João da Muleta, Nilton Capixaba e Agnaldo Muniz. O povo deu o recado que, pelo menos em parte não é tão burro e complacente assim com bandidos.
* Fátima Cleide e Carlinhos Camurça foram duros contra Cassol nessa campanha e, em alguns momentos, arrotavam arrogância. Gastaram um mundo de dinheiro e, agora, só podem chupar os dedos.
* Amir Lando foi patético, não disse a que veio. Fez uma campanha pífia, moldada por uma atuação inerte, sem força, sem brilho e sem carisma. Apesar de adotar um estilo pacifista, acabou sendo esquecido como relator e presidente das principais CPI’s que este país já viu. Deprimente!
* Os candidatos que representaram a imprensa de Rondônia bem que tentaram, mas foram “calados” nas urnas porque a tendência era refletir o que se vê diariamente na labuta: a imprensa de Rondônia é a classe mais desunida deste mundo.
* A Justiça Eleitoral, que mais uma vez mostrou que só existe no “faz de conta”. Volto a perguntar: “Você já viu alguém ser condenado (preso mesmo) por vender ou comprar voto?”. E quanto aos candidatos envolvidos em crimes e que, mesmo assim, puderam concorrer e ainda serem eleitos?
* O governador Ivo Cassol que, mesmo sufocado por denúncias que pipocavam de todos os lados, conseguiu uma reeleição esmagadora. Teve quase o dobro de votos da petista Fátima Cleide, que fez uma campanha altamente agressiva contra o atual morador do Palácio Presidente Vargas. Cassol, com essa eleição, vai retirar da mídia o nome do bispo Dom Antônio Possamai, que virou celebridade após bater de frente com os corruptos. O homem do chapéu ainda levou na sua vitória a candidatura do amigo Expedito Júnior para o Senado Federal. Esse não tem do que reclamar.
* Expedito Júnior, que fez dobradinha com Cassol pelo PPS. Expedito começou mal nas pesquisas, mas do meio para o final, confirmou sua popularidade, conquistada pelos pedidos de votos do próprio governador.
* Marinha Raupp se reelegeu pela quarta vez consecutiva. A mulher foi a mais votada do Estado, com mais de 65 mil votos. Nem ela mesma esperava. Como diz o amigo Tóia, essa nem precisa fazer campanha.
* Ivonete Gomes sofreu pesadas críticas após divulgar matéria em que Dom Antônio Possamai (suposto algoz de Cassol) bebia em local público e fazia gestos obscenos. A loira jornalista e o restante do pessoal do Rondoniagora, mesmo sob a desconfiança de todos, viraram o jogo ao apostar tudo em Cassol. É o que no pôquer chamamos de “a mão do morto”.
* Carlão de Oliveira foi preso acusado de ser o líder de uma quadrilha criminosa que roubou mais de 73 milhões de reais dos cofres públicos. Apesar de continuar preso, o presidente afastado da Assembléia Legislativa teve expressiva votação e, se sua candidatura for confirmada pelo TSE, volta à ALE pelos braços do povo.
* Adílson Siqueira ficou em penúltimo lugar para governador mas, como marinheiro de primeira viagem, teve ótima aceitação do eleitor mais estudado. O homem deu um “banho” nos adversários em todos os debates que compareceu e ele e seu partido, o P-Sol, saem fortalecidos desta campanha.
EM BAIXA
* Os principais políticos envolvidos em escândalos de corrupção como propinas e sanguessuga. Entre eles estão Ellen Ruth, Ronilton Capixaba, Beto do Trento, Chico Doido, Edson Gazoni, Everton Leoni, Amarildo Almeida, João da Muleta, Nilton Capixaba e Agnaldo Muniz. O povo deu o recado que, pelo menos em parte não é tão burro e complacente assim com bandidos.
* Fátima Cleide e Carlinhos Camurça foram duros contra Cassol nessa campanha e, em alguns momentos, arrotavam arrogância. Gastaram um mundo de dinheiro e, agora, só podem chupar os dedos.
* Amir Lando foi patético, não disse a que veio. Fez uma campanha pífia, moldada por uma atuação inerte, sem força, sem brilho e sem carisma. Apesar de adotar um estilo pacifista, acabou sendo esquecido como relator e presidente das principais CPI’s que este país já viu. Deprimente!
* Os candidatos que representaram a imprensa de Rondônia bem que tentaram, mas foram “calados” nas urnas porque a tendência era refletir o que se vê diariamente na labuta: a imprensa de Rondônia é a classe mais desunida deste mundo.
* A Justiça Eleitoral, que mais uma vez mostrou que só existe no “faz de conta”. Volto a perguntar: “Você já viu alguém ser condenado (preso mesmo) por vender ou comprar voto?”. E quanto aos candidatos envolvidos em crimes e que, mesmo assim, puderam concorrer e ainda serem eleitos?
domingo, outubro 01, 2006
A parte boa do 1º Turno
Agora que já se definiram os nomes para governador, senador, deputado federal e (quase) deputado estadual em Rondônia, posso celebrar, pelo menos, os pontos positivos deste primeiro turno. O primeiro é que não vou mais receber os e-mails fantasiosos do jornalista Miguel Monte, que chegou a dizer, em um texto, que teria mais de 20 mil votos só em Porto Velho, seguros!
Em segundo lugar porque posso ver a cara de babaca que já fazem alguns loucos que diziam em alto e bom som que "esse vai ser eleito com votação esmagadora" ou "esse daí tá f..." ou pior: "mudo meu nome se não der 2º turno"... fazer o que? Não que eu comemore o resultado, pois não gosto e não voto em ladrão, mas que é bom ver esses puxa-sacos apalermados ficaram com a cara no chão... ahhh, isso não tem preço.
Por último - e não menos importante - é o fato de que vamos ser poupados de uma campanha de 2º turno que seria tomada pela baixaria e pela discórdia. Basta!! O povo escolheu e agora... seja o que Deus quiser. Só não quero ver ninguém reclamando depois...
Em segundo lugar porque posso ver a cara de babaca que já fazem alguns loucos que diziam em alto e bom som que "esse vai ser eleito com votação esmagadora" ou "esse daí tá f..." ou pior: "mudo meu nome se não der 2º turno"... fazer o que? Não que eu comemore o resultado, pois não gosto e não voto em ladrão, mas que é bom ver esses puxa-sacos apalermados ficaram com a cara no chão... ahhh, isso não tem preço.
Por último - e não menos importante - é o fato de que vamos ser poupados de uma campanha de 2º turno que seria tomada pela baixaria e pela discórdia. Basta!! O povo escolheu e agora... seja o que Deus quiser. Só não quero ver ninguém reclamando depois...
Nem tudo está perdido: Suspeitos de corrupção são “varridos” para o esquecimento pelo voto popular
Apesar da crítica com a permanência de Ivo Cassol (PPS) no Governo, uma notícia pode minimizar a revolta dos mais sábios e justos. A maioria dos deputados acusados de participar de esquema de propinas e formação de quadrilha em Rondônia foi, literalmente, “varrida” para o esquecimento, com toda a revolta dos eleitores. Nomes como Ellen Ruth (PP), Ronilton Capixaba (PL), Edésio Martelli (ex-PT) e Chico Doido (PSB) não fizeram mais do que anunciaram e nenhum deles passou dos quatro mil votos.
Para a Câmara Federal os dois deputados estaduais que tentaram uma cadeira – João da Muleta (PMDB) e Amarildo Almeida (PDT) – aparecem com números considerados pífios comparados à votação que tiveram à época da candidatura para a Assembléia. É provável que nenhum dos dois seja eleito, mesmo levando em consideração o coeficiente eleitoral que é estipulado para cada coligação.
É, nem todo mundo gosta de corrupto...
Para a Câmara Federal os dois deputados estaduais que tentaram uma cadeira – João da Muleta (PMDB) e Amarildo Almeida (PDT) – aparecem com números considerados pífios comparados à votação que tiveram à época da candidatura para a Assembléia. É provável que nenhum dos dois seja eleito, mesmo levando em consideração o coeficiente eleitoral que é estipulado para cada coligação.
É, nem todo mundo gosta de corrupto...
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